Atualizar a lista de hardwares IDS

O seu Ubuntu sai de fábrica reconhecendo uma lista de hardware muito grande, mas você já parou para pensar como é que se descobre um Hardware ?

Funciona assim, cada dispositivo Plug and Play possui uma identificação interna chamada de ID e é composto por 2 números hexadeciamais separados por dois pontos (:), exemplo, BEBA:C0CA, esses dois números significam respectivamente Vendor ID e Device ID e são procurados numa lista interna chamada IDS (ID Search, nada a ver com roteadores Cisco, por favor) e quando encontrados então o sistema identifica o Fabricante (Vendor ID) e o Produto (Device ID). Note, apenas identifica ou reconhece, isso não significa que o dispositivo irá funcionar, deveras, para funcionar ele precisa que um módulo ou driver apropriado esteja instalado.

Continua no link abaixo :

Atualizar lista de hardwares IDS

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Usando links simbólicos para trapacear o /opt

Acabou de instalar o Ubuntu Linux, completou o idioma e agora ?

Minha sugestão é trapacear o /opt, na realidade a palavra não é trapacear, é aplicar um “workaround”. :)

Explico, existe uma pasta em seu sistema chamada :

/opt

Olhe para ela e notará que está vazia, então ela é inútil ? Se não é, porque ela existe ?

Existe uma padronização adotada em outros sistemas Linux em que todos os programas devem ter seus arquivos copiados para esta pasta. Padronização é bom e todos nós gostamos, no entanto, o sistema Debian, do qual nosso Ubuntu derivou-se resolveu não adota-la, pois já possuía como padrão ter estes arquivos instalados em /usr/share. Resultado ?

O resultado é que você não vai encontrar nenhum programa que venha dos repositórios Ubuntu Linux que irá ser instalado em /opt, todos estão programados para instalar-se em /usr/share.

Então essa pasta /opt ficará para sempre vazia, certo ?

Apenas se você nunca instalar algo fora dos repositórios do Ubuntu Linux, se você instalar pacotes de programas oriundos da Internet como Google Earth, Google Picasa, Adobe Reader,… eles se instalarão em /opt.

Em resumo, com o passar do tempo você terá programas em /usr/share e também em /opt.

Como evitar isso ?

Continua no link abaixo :

Usando links simbólicos para trapacear o /opt

 

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Possuir o básico para compilar módulos e programas

Muitas das vezes, não somos nós que precisamos compilar algo em nosso sistema, mas o kernel foi atualizado e é o próprio sistema que pede para recompilar algum módulo que não é nativo do Ubuntu Linux. Isso ocorre por exemplo com o VirtualBox e nVIDIA onde toda vez que o kernel é atualizado, esses programas recompilam sozinhos o módulo(driver) para funcionarem no novo kernel que está atualizado.

Continua no link abaixo :

http://hamacker.santhanna.net/?page_id=2325

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Completando o idioma do Ubuntu Linux

O CDROM de 700MB do Ubuntu não possui todos os idiomas completos, deveras, para conter todos eles teriam de passar a usar um DVD.

Talvez você note que seu Ubuntu está usando o idioma português, mas provavelmente está parcialmente em português, isto você sentirá mais tarde quando incluir novos programas e eles forem mostrados no idioma inglês. Para não ter que passar por essa situação, o ideal é completar os idiomas agora, assim futuros programas quando instalados já estarão em português.

Para completar o idioma leia o restante do artigo em :

Completando o idioma do Ubuntu

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Editando repositórios e atualizando o sistema

Você acabou de instalar o Ubuntu Linux, o que fazer agora ?

Resposta :Atualizar.

A atualização garante correções de erros e falhas de segurança e deve ser feita assim que completamos a instalação.

Leia a continuação do artigo em :

Editando repositórios e atualizando o sistema

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Ubuntu Perfeito – Instalando o Ubuntu Linux

Instalação do Ubuntu Linux

Neste passo, vamos instalar o Ubuntu Linux.

Se já instalou o Windows alguma vez, não terá dificuldades aqui, apenas tome cuidado na parte que fala sobre particionamento. Faça uma cópia de segurança antes.

Usuários do sistema Windows provavelmente estarão preocupados com drivers, mas diferentemente do Windows, não haverá instalação de drivers quando a instalação estiver completa, o que o sistema reconhecer já estará funcionando.

Leia o restante do artigo em :

Instalando o Ubuntu Linux

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Guia ilustrado do Ubuntu Perfeito

No mês anterior houve uma enquete neste blog, e a maioria optou que voltasse o guia ilustrado do Ubuntu Perfeito.

Por ocasião da mudança de hosting, eu removí aquele guia porque estava muito desatualizado.

Porém, confirmando a enquete já estou produzindo outro, atualizado.

Ainda não está completo, mas você poderá conferir os capítulos iniciais :

http://hamacker.santhanna.net/?page_id=2139

O objetivo desse guia ainda é o mesmo, seguir um passo a passo, aprender o que são as coisas e no final deixar o Ubuntu : Perfeito !

O guia está repleto de screenshots, também é uma oportunidade de conhecer a cada do novo Ubuntu 10.10.

Comentários são sempre bem vindos, no entanto, façam seus comentários no respectivo artigo.

Ainda não está completo, portanto tenham paciência.

 

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Forçando a compatibilidade do script Ubuntu Perfeito com outras distros.

O script Ubuntu Perfeito é criado com um único ponto de vista : a versão corrente do Ubuntu.

Sei que ele rodaria com pouca dificuldade em outras distros baseadas em Ubuntu (Kubuntu, LUbuntu,Linux Mint ou mesmo Debian).

Mas não dá para assumir uma posição de Atlas e me comprometer com todas elas quando algum bug ocorre, assim prefiro manter o foco em apenas uma.

Mas se você deseja assumir o risco, e roda-lo em seu ambiente, então eis a dica :

Com poderes administrativos, edite o arquivo :

/usr/share/ubuntuperfeito-lucid/ubuntu-perfeito.sh

Troque a linha :

ppa_repos=`lsb_release -cs`

por :

ppa_repos="lucid"

Isso vai ludibriar o script, o script pensará que está rodando o Lucid e não lhe importunará.

Repito o que disse no principio,  você deverá assumir os riscos caso a distro não seja exatamente 100% compátivel. O script não vai apagar os seus dados, nem formatar o seu drive, os riscos a que me refiro é colocar programas e repositórios que não combinam com o seu ambiente.

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Criando uma LiveUSB com o Parted Magic #2

No mês passado eu falei como criar uma pendrive com o sistema PMagic, porém, aquele artigo caducou com a nova versão do PMagic, a 5.4.

Nas versões anteriores haviam duas formas de distribuição, a ISO indicada para quem fosse dar partida no sistema por leitor de CD/DVD e um arquivo .zip indicado para que faria a mesma coisa, porém com pendrives.

A partir da versão 5.4 cessaram a distribuição do arquivo .zip que era indicado para para inicializar pelo pendrive.

Mas isso não é ruim porque algumas arrumações recentes tornaram o PMAGIC compatível com o Unetbootin, um programa especializado em colocar arquivos .ISO inicializáveis em CD/DVD em inicializáveis também em pendrives. Não são todas as distribuições que são compatíveis com o Unetbootin, mas agora o PMAGIC é.

Assim foi necessário atualizar este artigo e espero que gostem.

O que é o PMAGIC

O Parted Magic, ou apenas PMAGIC é uma distro Linux focada em backup e recuperação de sistemas incluindo desastre com discos, por isso há nela ferramentas para recuperar arquivos excluídos, criar e restaurar imagens de discos, realização de backups e assim por diante.

Essa distro requer 256MB de RAM para funcionar diretamente na RAM, isto é, CD/DVDROM estarão livres após o boot, ou se você não tiver 256MB de RAM disponíveis funcionará com apenas 128MB, porém o CD/DVDROM ficará em uso pelo tempo que estiver usando a distro.

É uma LiveCD muito bacana e recomendo.

Aqueles que me conhecem sabem que prefiro o SystemRescue, mas note que o System Rescue (SR) é para ser usado por pessoas mais experientes. O SR é uma distro expert-friendly enquanto o PMAGIC é user-friendly, com  os programas sendo acessados a partir duma interface gráfica leve, porém funcional.

Neste artigo, vou comentar sobre como colocar esta distro para funcionar diretamente de USBs inicializáveis;

Antes de prosseguir com este tutorial

Antes de prosseguir, saiba que  o programa syslinux, um bootloader presente em praticamente todas as distros está desatualizado em todas as versões do Ubuntu (contei até a 10.04), assim, usuário do Ubuntu, você precisa imediatamente atualiza-lo a partir do endereço :

http://www.kernel.org/pub/linux/utils/boot/syslinux/

Mas obtem-se resultados melhores usando o repositório Debian para atualizar o syslinux :

Visite estes endereços :

http://packages.debian.org/sid/syslinux

http://packages.debian.org/sid/syslinux-common

E obtenha os arquivos :

syslinux_4.01+dfsg-3_amd64.deb
syslinux_4.01+dfsg-3_i386.deb
syslinux-common_4.01+dfsg-3_all.deb

A versão de cada pacote poderá variar, as que eu listei acima funcionam perfeitamente no Ubuntu, não posso garantir que outras funcionem.

depois execute :

sudo apt-get remove --purge syslinux syslinux-common

Na remoção acima é provável que alguns pacotes também tenham de ser removidos, aqui são removidos os pacotes usb-creator-common e usb-creator-gtk, por isso tenho de reinstala-los mais tarde.

Por fim, instalo os pacotes que foram descarregados :

sudo dpkg -i syslinux_4.01+dfsg-3_amd64.deb  syslinux-common_4.01+dfsg-3_all.deb

Substitua [syslinux_4.01+dfsg-3_amd64.deb] por [syslinux_4.01+dfsg-3_i386.deb] se seu sistema for 32bits.

Depois repomos os arquivos que foram removidos :

sudo apt-get install usb-creator-common  usb-creator-gtk

Reinicie o computador para efetivar as mudanças.
Confira se seu sistema está mesmo com a versão atualizada do syslinux, execute :

$ apt-cache policy syslinux:
  Instalado: 2:4.01+dfsg-3
  Candidato: 2:4.01+dfsg-3
  Tabela de versão:
 *** 2:4.01+dfsg-3 0
        100 /var/lib/dpkg/status
     2:3.63+dfsg-2ubuntu3 0
        500 http://archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main Packages

Somente com o programa syslinux atualizado com a versão 3.86 ou superior poderá prosseguir com este tutorial.

1- Prepare o pendrive

O pendrive pode ter qualquer tamanho, no entanto deverá estar devidamente formatado em FAT16 ou FAT32.

Insira o pendrive em seu sistema, depois vá em Sistema->Administração->Criador de disco de inicialização. Não se preocupe, não vamos gerar nenhum LiveUSB com essa ferramenta, apenas vamos usa-la para limpar o seu pendrive, doutra forma teríamos de usar o gparted que seria uma ferramenta mais complexa, até porque além de formatar em FAT teríamos de marcar a partição como bootável e lba, e nosso queridíssimo Criador de disco de inicialização já faz isso sem nos darmos conta.

Usando o Criador de disco de inicialização, simplesmente apague seu pendrive como mostra a figura a seguir :

2- Descarregue o PMAGIC

Faça o download do PMAGIC  a partir deste endereço :

http://partedmagic.com/download.html

O arquivo a ser descarregado tem a nomenclatura  pmagic-iso-[versao].zip.

3- Instale o unetbootin

A partir da versão 5.4 do PMAGIC, o trabalho de descompactar e organizar arquivos não é feito manualmente como antes. Pode-se utilizar agora o “unetbootin” que simplifica muito o trabalho. Para instalar o unetbootin, execute no terminal :

sudo apt-get install unetbootin

4- Use o unetbootin

Depois de instalado o unetbootin, monte o pendrive (apenas abra o dispositivo de pendrive dando duplo clique através do nautilus).

Vá em Aplicativos->Ferramentas de Sistema->Unetbootin, então identifique a unidade USB que pretende instalar o PMAGIC e a localização do arquivo .ISO do PMAGIC como mostra a figura a seguir :

Unetbootin

No exemplo acima, nosso querido pendrive é o disco sdc e sua partição é sdc1, tome nota delas, para evitar um desastre com o copiar/colar que alguns provavelmente farão ao ver este artigo então vamos chama-los nos exemplos a seguir de sdx e sdx1. Note também que o nosso pendrive está marcado como bootável e  sua marcação como (LBA).

Ao prosseguir, arquivos saem diretamente do .ISO e vão parar no pendrive nos locais corretos, vejam :

Arquivos sendo copiados

Depois de todos os arquivos copiados, então você opta (ou não) por reiniciar o computador :

Reiniciar o computador ou não, após o processo.

Conclusão

É uma pena o programa syslinux estar tão desatualizado no Ubuntu, a falta de atualização desse programa impede a criação de muitos LiveCDs e LiveUSBs, pois programas como unetbootin, remastersys, dentre outros requerem a versão atualizada deste programa.

Uma LiveUSB com Parted Magic é realmente uma solução viável para sysadmins e pessoas ligadas à suporte de TI, é uma distro bem acabada e com curva de aprendizado bem tênue para quem domina pouco a linha de comando.

Eu recomendo.

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Ubuntu Perfeito remasterizado ! #2

No dia 24 de julho, postei aqui uma atualização do ISO do Ubuntu Perfeito.

Mas dei azar naquela semana, pois foi uma semana muito conturbada com atualizações.

Assim que coloquei o link para download, na mesma semana veio uma atualização importantíssima do Firefox e outras relacionadas ao Ubuntu. Além disso, um bug do RemasterSys fazia com que o Windows não fosse visto no menu de inicialização do sistema (Grub), se você foi afetado por este problema, a solução é simples, basta executar no terminal :

sudo update-grub

Até que poderia ter criado uma nova remasterização àquela altura, mas não passou um dia sem a Canonical nos brindar com (toneladas) atualizações importantes, quando finalmente deu uma parada nas atualizações, eis que a Canonical nos brinda com uma atualização do base files. Parei de esperar por um período menos conturbado, de esperar cessar tantas atualizações diárias, parece que a Bonanza nunca vem, assim estou colando uma nova remasterização agora.

Enfim, recompilei o ISO do Ubuntu Pefeito, neste novo release estão as atualizações até a data 06 de agosto de 2010.

O bug de não mostrar o Windows no menu de inicialização do Sistema (grub) foi corrigido nesta remasterização, mas continua sendo um bug do remastersys.

Os novos .ISOs já estão disponíveis (32 e 64bits), o link para download é o costumeiro :

http://hamacker.santhanna.net/?page_id=2133

Esta remasterização tem como diferencial da edição convencional do Ubuntu :

  • Todas as atualizações posteriores ao lançamento do Ubuntu até a data 06/08/2010.
  • Aplicação parcial do Ubuntu Perfeito, sim, parcial. Resolvi deixar de fora alguns itens que considero que nem todos venham a utilizar, por exemplo, o VirtualBox. Apesar disso, o script Ubuntu Perfeito já vem instalado com ele, assim poderá acrescentar novos recursos.
  • Firefox já vem personalizado. Não se preocupe, não é nada extravagante, apenas o que eu considero ser um firefox ideal.
  • Tema padrão alternativo, escolhí outro tema, este é mais conservador e mantém os botões de minimizar/maximizar do lado direito como em edições anteriores, apesar disso você é livre para voltar ao tema original usando o próprio gerenciador de temas do Ubuntu ou usando o Menu de Serviços do Ubuntu Perfeito que além de voltar ao tema original, também pode aplicar o conjunto de outros temas que acompanham essa ediçaõ.
  • Syslinux atualizado para a versão 4.01. O Syslinux é o boot loader, ou carregador de sistema do Linux, a versão que acompanha o Ubuntu (todas as versões) é desatualizada e consegue ser mais antiga do que a usada no Debian e isso atrapalha a criação de LiveCDs ou LiveUSBs com certos programas, incluindo o RemasterSYS e Parted Magic que ora é bootável num computador e ora não é bootável em outro.
  • Edição 32 e 64 bits, se você tem até 3GB de RAM recomendo que descarregue a edição 32bits, além dos 3GB de RAM passa a valer a pena descarregar a edição 64bits.
  • Bug do RemasterSYS não exibir o Windows no menu de inicialização (Grub) foi resolvido.

O intuito dessas edições é fornecer um Ubuntu mais completo e perfeito às necessidades diárias no ambiente de trabalho ou domiciliar, modestamente, eu considero que este .ISO é o que deveria ser a base do Ubuntu.

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Para os tristes com a desclassificação do Brasil…

Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver

Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher
É preciso saber viver

É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
Saber viver, saber viver!

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Novo Guia Ubuntu Perfeito ou Novo Guia VirtualBox, o que prefere ?

Estou pensando em refazer dois guias que tiveram muito acesso na época em que foram publicados.

O artigo ‘Guia Ubuntu Perfeito’ foi um guia do tipo faça você mesmo, onde era considerado passo a passo o que devia ser feito ou instalado no Ubuntu para deixa-lo perfeito. Muita gente aprendeu a usar melhor o Ubuntu com ele. Eu removí este artigo do blog porque ele era aplicável apenas ao Ubuntu 8.04 e muita coisa mudou desde então.

Outro artigo com bastante acesso foi sobre o VirtualBox, ele ainda está disponível no Blog. Mas já anda meio desatualizado. Este artigo procedeu em como colocar as USBs para funcionarem, compartilhar pastas entre máquinas virtuais e sistema anfitrião, resolução de problemas e afins. O interessante do VirtualBox é que ele é mais focado para seu ambiente de trabalho, isto é, você aprende e já usufrui.

Os dois artigos são interessantes, mas do jeito que eu gosto de fazer, isto é, com bastante cópias de telas se tornam extensos e demorados. Assim, eu gostaria de saber da preferência de vocês sobre qual artigo devo escrever primeiro.

Deixe seus comentários e vote ano quadro ao lado.

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Alterando a resolução do terminal após o boot.

Algo que me incomodou no Ubuntu 10.04 é que quando troco o meu driver opensource por driver propriatário nvidia, a resolução do terminal volta para 640×480 que creio eu caiba 25 linhas por 80 colunas. Não sei quanto a você, mas eu gosto de mais linhas e mais colunas. Para mim, quanto maior a resolução, melhor.

Você pode alterar algumas coisas usando o programa startup-manager, mas as resoluções que ele dá como disponíveis são proporcionais 4:3, isto é, 640×480, 800×600 e 1024×768 que convenhamos é insuficiente para mim porque utilizo um monitor widescreen no formato 16:10.

A resolução para esse pseudo-problema é trabalhosa, no entanto, funciona.

1) Abra o terminal com permissão de administrador

Dê um ALT+F2 e execute “gksu gnome-terminal”.

Assim, não necessitaremos do comando “sudo” na seqüência de comandos que serão necessários realizar no terminal.

2) Instale mais programas

Execute no terminal :

apt-get install v86d hwinfo

3) Veja as resoluções que sua placa de vídeo é capaz de responder

Execute no terminal :

hwinfo --framebuffer

Listará algo semelhante a isto :

E tome nota da resolução que gostaria de usar, no entanto, a resolução escolhida tem de ser compatível com o seu monitor, caso contrário, não funcionará direito, por exemplo, minha placa de vídeo diz que posso usar 1920×1200, mas sei que este monitor que estou usando posso no máximo ir até 1440×900 :

(...)
Mode 0x0364: 1440x900 (+1440), 8 bits
Mode 0x0365: 1440x900 (+5760), 24 bits
Mode 0x0368: 1680x1050 (+1680), 8 bits
Mode 0x0369: 1680x1050 (+6720), 24 bits
Mode 0x037c: 1920x1200 (+1920), 8 bits
Mode 0x037d: 1920x1200 (+7680), 24 bits
Config Status: cfg=new, avail=yes, need=no, active=unknown

Coloquei em negrito a resolução que pretendo usar no terminal, note porém que para uma mesma resolução temos 8,16 ou 24 bits, estes se referem a quantidade de cores ou profundidade de cores como alguns sistemas expressam. Escolha sempre um resolução usando 8 bits que dá um total de 256 cores possíveis num terminal, quanto mais cores, mais memória sua placa de vídeo consumirá e convenhamos, para usar em terminal, as cores básicas já são mais do que suficientes. Perceba que para cada combinação de resolução versus quantidade de cores há um número chamado de Mode,  também conhecido como Vesa Mode, este número está em hexadecimal, sabemos disso porque é precedido de 0x.

Anotou o Vesa Mode da resolução e a quantidade de cores que pretende usar, a resolução e a quantidade de bits de cores ? Então anote, eu espero…

4) Edite o arquivo de configuração /etc/initramfs-tools/modules

Execute no terminal :

gedit /etc/initramfs-tools/modules

E acrescente a seguinte linha :

uvesafb mode_option=1440x900-8

Viu “1440×900” ? Pois é, essa foi a resolução que você anotou.

Viu “-8” ? Pois é, essa foi a quantidade de cores que você anotou.

Depois de acrescentar a linha acima, salve o arquivo e saia do editor.

5) Edite o arquivo de configuração /etc/initramfs-tools/conf.d/splash

Execute agora :

gedit /etc/initramfs-tools/conf.d/splash

E acrescente a seguinte linha :

FRAMEBUFFER=y

Depois de acrescentar a linha acima, salve o arquivo e saia do editor.

Execute agora :

update-initramfs -u

Isso efetivará as mudanças realizadas no arquivo de configuração.

6) [Opcional] Resolução no Grub ou durante o menu do Grub

Alterar a tela de Grub com as opções de boot não é necessário para muitos de nós, até porque raramente temos tantas opções no menu de grub para ter essa necessidade, no entanto, alguns podem desejar isso porque sabem como colocar uma imagem no fundo ou preferem ter ainda mais linhas dispostas no terminal interativo do grub. Se voce deseja realmente alterar a resolução do menu do Grub então siga esses passos :

6.1) Dê um boot no seu sistema, isso mesmo que você ouviu : dê um boot no seu sistema e após o POST de sua bios, segure a tecla Shift. Isso forçará o Grub ser exibido mesmo que tenha sido configurado para não ter um timeout de espera.

6.2) Na tela tradicional do Grub, digite ‘c’ para ir para a linha de comando do Grub :

6.2) Execute o  comando ‘vbeinfo’, isso mostrará as resoluções que estão disponíveis para você usar com o Grub, anote o Vesa Mode, resolução e o número de cores que  pretende usar, note que o Vesa Mode é um número hexadeciamal começando com “0x” :

Na figura acima, – embora não apareça na listagem – preferi anotar o Vesa Mode 0x164 para usar 1440×900 com 8 bits de cores, mas você pode ficar a vontade para usar outros, quanto maior a resolução e maior a quantidade de cores, sua tela de fundo e figura durante a carga do sistema (splash screen) poderá ser bem melhor.

Agora que você já anotou todos os dados da resolução desejada então dê um ESC para voltar ao menu do Grub e execute a opção tradicional para dar carga ao seu Ubuntu.

6.3) Depois do Ubuntu carregado, dê um ALT+F2 e execute ‘gksu gnome-terminal’.

Estando já no terminal, execute também :

gedit /etc/default/grub

Procure pela linha :

#GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="quiet splash"

Edite a linha acima (ou acrescente-a, se não existir) deixando-a assim :

GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT="quiet splash"

Por que isso ? Apenas para deixar explicito essas opções, veja que se você deixar ela comentada, ambas as opções são ativas por default do mesmo jeito. A opção [quiet] define que o boot será silencioso e não poderá ter nenhuma interatividade com o usuário enquanto a opção [splash]  permite o uso de splash screens (figuras) .

Eu tenho por hábito remover essas opções quando percebo que meu boot tá demorando  demais e preciso saber o que está ocorrendo, caso contrário, ficarei esperando eternamente pelo GNOME que pode nem aparecer devido a algum problema que essas opções default do Grub estão me escondendo, assim quando estiver na mesma situação altere a linha acima por :

GRUB_CMDLINE_LINUX_DEFAULT=""

Finalmente, vamos ajustar a resolução do grub, procure pela linha :

#GRUB_GFXMODE=640x480

Edite a linha acima (ou acrescente-a, se não existir) deixando-a assim :

GRUB_GFXMODE=1440x900

Onde 1440×900 é a resolução que será usada ao exibir as opções do Grub e que lhe apareceu durante a execução do comando ‘vbeinfo’. Antigamente usavamos o parametro vga=[vesa mode] para ajustar a resolução, embora o parametro ‘vga=’ ainda funcione, ela não é mais necessária, o parâmetro GRUB_GFXMODE é mais elegante.

Vale ressaltar que resoluções widescreen ou 16:10 são consideradas experimentais, então podem funcionar ou não.

Depois das modificações sugeridas, salve o arquivo e saia do editor.

Execute agora :

update-initramfs -u
update-grub

Isso efetivará as mudanças realizadas no arquivo de configuração do Grub.

CONCLUSÃO

Pronto !

Reinicie o computador e passará a ver as modificações sugeridas.

Grande parte dessas sugestões foram retiradas deste artigo.

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Desabilitar o ipv6 deixa a sua rede mais rápida ?

Essa foi uma pergunta que encontrei na lista de discussão que participo.

A resposta é : muito pouco.

A explicação é que o ipv6 é apenas um protocolo (ou módulo) de rede que é linkado à sua placa de rede quando ela fica ativa. Se não tem “ipv6” então esse processo de subir a placa de rede terá um tempo menor porque haverá um módulo a menos para carregar.

Execute em seu sistema :

cat /proc/sys/net/ipv6/conf/all/disable_ipv6

Se retornar “0” você está com o ipv6 ligado, “1” então desligado.
Alguns seguem receitas para desabilitar o ipv6, note : mesmo quando ele já se encontra desabilitado em seu sistema !
Pior que isso é afirmar que seu sistema ficou mais rápido depois que seguiu a receita para desativa-lo.

Compensa deixar o ipv6 habilitado ?

Bem, também nada acontecerá a menos que você tenha em sua rede alguns produtos e serviços que usufruam dele. O ipv6 não é um protocolo “verbosivo”, isto é, quando ligado ele só fala com quem falar com ele. O ipv6 não fica realizando broadcast e pipocando pacotes a cada instante como seu irmão menor, o ipv4. Na realidade, o ipv6 é tudo com o que sonhamos numa rede : rotas automáticas, sem conflito de rede, sem dhcp para configurar (a menos que queira DNS automático) e muito mais. Assim, deixa-lo ligado não deixará sua rede mais devagar como alguns sugerem.

Mas então porque alguns afirmam que depois de desabilitarem o ipv6, seu sistema ficou mais rápido ?

Bem, a resposta para isso podem ser muitas.

Podemos considerar que essas pessoas já tinham serviços e produtos instalados em seu computador ou na rede que usam o ipv6. Tanto Windows como Linux, já tem todos os serviços de infra rodando com ipv6 : DNS, DHCP,… e que vem habilitados por padrão ! Também já começam a aparecer switchs e roteadores compatíveis com ipv6.

Também há uma outra razão, em função do ipv6 ser novo, sua implementação na maioria dos sistemas pode ter falhas/bugs e com isso ser explorado falhas de segurança nele, além de haver bugs em programas que utilizem-no, por exemplo, algumas pessoas aconselharam a desabilitar o ipv6 para aumentar a performance do Firefox, bug do Firefox ou do protocolo ? Não sei responder, mas quando havia realmente o bug, desabilitar o ipv6 realmente aumentava a performance do Firefox.

Outra coisa, já há relatos de programas nocivos (trojans, vírus, …) que exploram falhas especificamente em sistemas usando ipv6.

Assim, o relato de quem disse que seu sistema ficou mais rápido desabilitando o ipv6 pode ser verdadeiro porque as variáveis citadas acima ocorreram com ele.

Mas há outros como eu, onde o ipv6 não trouxe nenhuma perda de performance.

Razões para  desativá-lo :

  • Você pode desativar o ipv6 de seu computador para deixar o sistema mais leve, mas não se empolgue, pois trata-se apenas dum pequeno módulo.
  • Não deseja ser explorado por falhas em outros programas que tentem usar o ipv6 ao invés de ipv4.
  • Minha infra atual não suporta ipv6, logo não há motivos para deixa-lo ligado.

Se você quiser desabilitar o ipv6 de vosso sistema, então siga as orientações aqui.

Razões para mantê-lo ativado :

  • Uma hora ou outra aparecerão na internet e em nossas lans muitos hardwares falando ipv6 enquanto ainda haverá o ipv4, e quando essa hora chegar, sua máquina precisará  falar com ambos. Por isso o ipv6 vem habilitado por padrão em Windows e Linux.
  • Se no meu ambiente, o ipv6 nem “cheira” e nem “fede”, porque mexer ?

Conclusão :

Sem conclusão, você decide.

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Acompanhe a seleção com o Google Chrome.

Àqueles que como eu, estarão trabalhando em dias de jogos, mas gostariam de acompanhar os jogos da copa, eis uma solução.

Há uma extensão para o Google Chrome que lhe permite fazer isso :

https://chrome.google.com/extensions/detail/naenffbbmemiekgcjgelmggkaohdeaab?hl=pt-PT

A dica só vale para usuários do Google Chrome.

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Mudando a ordem das NICs eth0 e eth1.

Você monta um servidor que terá mais de uma placa de rede, geralmente você não se importa quem será eth0, eth1 ou ethX, certo ?
Errado !
Veja quando isso é um problema :

  • Em muitas situações desejamos inverter a ordem das placas de redes utilizadas como eth0 e eth1, as vezes usando uma placa de menor velocidade como eth0 e a de maior velocidade como eth1, mas o sistema pensa diferente e numera a eth0 como a outra placa.
  • A placa (NIC) eth0 pifou, você a substitui e agora ela se chama eth2 ? Ué, não era para continuar eth0 ?
  • Problemas sinistros com placas eth0 e eth1 trocando de lugar a cada boot ? Putz grilla !

Para evitar alguns problemas, sistemas baseados em Debian (Ubuntu incluso) tem arquivos especiais que amarram o eth0, eth1, etc2,…ethX por seu Mac Address (endereço físico de rede ou apenas Mac), assim se você abrir o computador e efetuar troca placas de rede de lugar entre seus slots, a ordem dessas interfaces não alterará, a eth0 de antes continuará sendo a mesma NIC, idem a eth1.

Isso é muito engenhoso porque com servidores Windows já tive problemas cabeludos com servidores que possuem multiplas placas de rede.

Se você precisa alterar a ordem de sua placa de rede, execute primeiramente na linha de comando o seguinte comando :

$ifconfig

O comando acima listará as placas de rede que você possui, anote o mac de suas placas.

Agora anote qual mac será eth0 e qual será eth1, depois disso edite o arquivo /etc/udev/rules.d/70-persistent-net.rules :

# PCI device 0x103c:0x1031 (hp100)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="08:00:09:ec:6d:1b", ATTR{dev_id}=="0x0", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth0"

# PCI device 0x11ab:0x4320 (skge)
SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:13:d4:7a:88:39", ATTR{dev_id}=="0x0", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth1"

O arquivo acima determina qual mac será eth0 e eth1, notou ?

O que você faz a seguir, onde está eth0 ou eth1 você pode simplesmente trocar por eth1 e eth0 e assim mudar a ordem, certificando-se porém que o Mac Address corresponda exatamente a placa desejada. Muito cuidado para não deixar duas eth0 ou duas eth1.

Você pode aproveitar a ocasião e documentar o mesmo arquivo adicionando comentários porque preferiu eth0 assim e eth1 assado.

Ou fazer como eu, embora não seja necessário, eu também mudo as linhas de lugar para que a ordem do texto reflita a ordem alfabetica eth0 primeiro e depois eth1.

Será que já quebrou a cabeça antes com alto tão fácil ? Eu já, não era fácil na época…

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Problemas ao usar o apt/aptitude usando proxy ?

Problemas ao usar o apt/aptitude usando proxy ?

Algumas pessoas comentaram na lista de discussão que o apt/aptitude está ignorando as variáveis de ambiente http_proxy e ftp_proxy e com isso não estão conseguindo fazer o apt/aptitude ser executado via proxy. Eu sei que com as variáveis de ambiente devidamente ajustadas deveria funcionar.

Não quero entrar na briga e descobrir se esse problema realmente acontece com todos, ou se é um bug novo para a lista do Ubuntu 10.04, mas há um outro método para fazer funcionar seu apt/aptitude por proxy, quer saber como ?

Dê um ALT+F2 e execute :

gksu gedit /etc/apt/apt.conf.d/02proxy

Cole o seguinte conteúdo :

Acquire::http::Proxy "http://fulano:senha@ip.do.proxy:porta";
Acquire::ftp::Proxy "ftp://fulano:senha@ip.do.proxy:porta";

Salve o arquivo e saia do editor de texto.

Agora tente executar usando o terminal :

sudo apt-get update

E note que a atualização ocorrerá sem problemas.

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Atualização do script Ubuntu Perfeito.

Olá a todos,

Acabei de disponibilizar uma nova versão do script Ubuntu Perfeito para Ubuntu 10.04 Lucid, o link para download é :

https://sourceforge.net/projects/ubuntu-perfeito/files/

As mudanças feitas no período podem ser vistas no Changelog, porém posso cita-las :

  • O Skype agora é instalado a partir do repositorio partner que é diferente da versão descarregada diretamente do site do Skype. Parece que a versão contida no repositório é melhor.
  • Quando antes era utilizado um proxy, um verbose na tela revelava a URL que poderia conter a senh, isso foi corrigido e essa URL não será mais exibida.
  • Foi adicionado uma opção para completar a instalação do idioma que em algumas instalações fica incompleta
  • Novo VirtualBox 3.2 (recomendo)
  • Nova opção para remover o mono do sistema, neste caso, instala o gnote no lugar do tomboy e shotwell no lugar do f-spot.
  • Um bug impedia que certos pacotes fossem removidos do seu sistema, esse problema foi corrigido.

Muitos me enviam emails solicitando o .ISO do Ubuntu 10.04 Lucid com o script já aplicado, pois isso simplifica todo o processo, aproveito essa ocasião para informar o motivo de ainda não o faze-lo.

Acontece que a criação de um .ISO envolve tempo e esforço realizado somente no meu horário de folga em meu unico computador, um laptop.

Este laptop não é possuidor de virtualização por hardware (intel-VT) assim não consigo criar máquinas virtuais para ambiente 64bits e todo o aspecto de criação de um .ISO tem de se dar com uma máquina real, acontece que ultimamente não estou podendo ficar reinstalando diversas vezes o ubuntu neste laptop – processo comum para a criação e testes desse .ISO. Tenho que trabalhar também, lembra ?

Criar uma .ISO 32bits poderia ser feito sem nenhum problema, mas disponibilizar um ISO 32 bits e deixar de lado usuários de ambientes 64bits (eu incluso) não acho bacana.

Estou aguardando um melhor momento ($$$) para fazer um upgrade deste notebook e corrigir esta falha, mas por enquanto, o caixa tá baixo e vou ter que esperar um pouco mais. Comprar um notebook para mim não é um processo simples, um notebook só faz sentido para mim se for processador Intel e placa de vídeo nVIDIA e ainda por cima 16 ou 17 polegadas, aí fica difícil né ? Tem de ter grana de sobra, o que não está acontecendo…

Abraço a todos.

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Gerenciador de boot no Ubuntu Server 10.04

Grub é o nosso gerenciador de boot, atualmente está na versão 2, muitos ainda preferem a versão anterior que era mais simples de configurar, salvo opinião particular de cada um, um gerenciador de boot em nosso sistema é fundamental e ainda muito mais em servidores. Sem um gerenciador de boot não poderíamos ter boot’s alternativos em nosso sistema.

Quando instalamos servidores, normalmente não há dual-boot como em desktops, mesmo assim ter um gerenciador de boot como o Grub é vantajoso, dentre as quais podemos citar :

  • Atualizações de kernel podem ser problemáticas, mas com um gerenciador de boot podemos manter versões anteriores do kernel caso o principal tenha sido atualizado e apresenta problemas.
  • Há momentos em que desejamos iniciar o servidor para fazer alguns reparos e não queremos iniciar os serviços nele instalados e o gerenciador de boot nos permite isso.
  • Podemos ter imagens especiais de boot, por exemplo, a instalação do Ubuntu coloca uma imagem de boot que nos permite realizar testes de memória.

Na versão LTS anterior do Ubuntu, o Grub exibia um menu de opções e se em 10 (dez) segundos nenhuma opção fosse escolhida então a opção “default” seria executada por padrão. Na nova versão do Ubuntu, o procedimento deveria ser o mesmo, mas não é, não há um “timeout” padrão (o anterior tinha 10 segundos), além disso o menu do grub não é exibido. O objetivo disso é óbvio : ter um boot extremamente rápido. Deveras, após instalado, um servidor dá boot em 7 segundos !

Mas o efeito colateral é que sem menu do grub não posso por exemplo dar um boot alternativo, nos releases anteriores, mesmo que o timeout fosse 0 (zero) segundos, pressionar ESC antes do grub iniciar causaria o aparecimento do grub, mas nessa nova versão não há nem o uso da tecla ESC e menu do grub nunca é exibido. Considero essa situação problemática para servidores e que precisamos modificá-la.

Para corrigir este problema edite o arquivo /etc/default/grub , localize a linha :

GRUB_HIDDEN_TIMEOUT=0
GRUB_HIDDEN_TIMEOUT_QUIET=true

troque por :

#GRUB_HIDDEN_TIMEOUT=0
#GRUB_HIDDEN_TIMEOUT_QUIET=true

(note “#” no inicio de cada linha)
A operação acima faz o menu do grub voltar a ser exibido.
Existem outras opções que você pode modificar no mesmo arquivo como estabelecer um timeout, resolução diferente e uso de splash screen.

Algo importante a lembrar é que essas modificações não são efetivadas imediatamente, antes é preciso executar :

sudo update-grub

Agora sim, podemos reiniciar o sistema e notar a presença do menu do grub.

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Após a atualização do Ubuntu Lucid seu touchpad parou ? #2

Eu instalei o Ubuntu e tudo funcionou de primeira em meu notebook : touchpad, camera, mic, som, … mas ao fazer a primeira atualização, o touchpad funciona até a tela de login, digitou o login o danado deixa de funcionar. Pelo que pude pesquisar, os modelos DV da marca HP são afetados, meu modelo é DV9000 – que sorte né ?
A resolução eu postei alguns dias atrás, mas ela não foi eficaz, algumas atualizações e precisava ser aplicada novamente, sem falar que em algumas oportunidades aleatórias meu touchpad parava e eu tinha de ir até o terminal com CTRL+ALT+F1 e voltar a tela gráfica com CTRL+ALT+F7, quando fazia esse intercambio, o mousepad voltava a funcionar, então pesquisei uma outra solução.

Se quiser também tenta-la, pressione ALT+F2 e execute :

gksu gedit /etc/udev/rules.d/touchpad.rules

e cole o seguinte conteúdo :

ACTION!="add|change", GOTO="xorg_synaptics_end"
KERNEL!="event*", GOTO="xorg_synaptics_end"
ENV{ID_INPUT_TOUCHPAD}!="1", GOTO="xorg_synaptics_end"
ENV{x11_options.MaxTapTime}="300"
LABEL="xorg_synaptics_end"

Salve o arquivo e reinicie o seu sistema.
Veja, essa solução não é aplicável apenas ao meu modelo de notebook HP DV9000, mas touchpads compatíveis com synaptics, no artigo anterior alguns estavam frustrados com a solução não funcionar, mas não souberam informar se seus touchpads eram do mesmo modelo. Além disso, touchpad em certos notebooks não possuem um mecanismo para ligar/desligar independentemente do SO e só funcionam no Windows porque há um driver ou software que faz esse papel na bandeja do sistema. Neste caso, a minha solução não funcionará, pois ela depende do touchpad ser reconhecido pelo Linux, e ele não será visível ao sistema se estiver eletronicamente desligado. Também há soluções para este problema, mas esse artigo não trata desse problema.

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Ubuntu Perfeito – Release Final

Está disponível a versão final do Ubuntu Perfeito para o Ubuntu Lucid 10.04 32 ou 64 bits.
Pouca coisa muda dos RCs para esta versão, mas há correções.

Encorajo a todos que estiveram usando a versão BETA ou RCs para removerem o Ubuntu Perfeito de seu sistema (use o Synaptic) e instalem essa nova versão. Não é possível fazer o upgrade dum BETA ou RC para o release final – até pode, mas não recomendo.
Para aqueles que não conhecem, o Ubuntu Perfeito é um script que é aplicado após a instalação do Ubuntu e simplifica a instalação de algumas tarefas como codecs, temas, ferramentas para escritório, multimedia, etc… deixando o Ubuntu perfeito para uso.

Estou colocando a disposição um passo a passo para orientar os mais novatos no processo de instalação do script.

Vamos ao passo a passo.

1. Atualize seu Ubuntu

A primeira coisa que se faz ao instalar o Ubuntu é atualizar a lista de repositórios para que o sistema seja conhecedor de todos os programas que possam ser instalados e suas dependências usufruídas. Vá no menu do Gnome->Sistema->Administração->Gerenciador de pacotes Synaptic :

Já dentro do Synaptic, vá no menu Configuração->Repositórios :

Estando na janela seguinte selecione a guia [Outro Software], então marque o repositório “Partner” como mostra a figura a seguir :

Depois de clicar em [Fechar] na janela anterior, o sistema o advertirará de que precisa “Recarregar” sua lista de repositórios, então faça isso clicando no botão [Recarregar] :

Isso poderá demorar um pouco dependendo da velocidade de sua internet :

Depois de recarregada a lista de repositórios, o sistema já sabe os pacotes que você tem disponíveis para instalar ou atualizar, assim você poderá clicar no botão [Marcar todas as atualizações] para atualizar o seu sistema :

Algumas atualizações podem requerer a instalação de novos pacotes, assim é natural o Synaptic exibir uma janela mostrando uma lista de pacotes que também serão marcados e lhe pedindo confirmação para efetuar a marcação :

Clique no botão [Marcar].

A atualização não ocorrerá instantaneamente, é necessário ainda clicar no botão [Aplicar].

Será exibido um resumo do que será atualizado, então clique novamente no botão [Aplicar] :

Novamente, poderá demorar um pouco porque todos os pacotes necessários para a atualização serão descarregados da internet.

Quando terminar, poderá fechar o programa Synaptic.

Note agora no canto superior que o botão de desligar no painel do GNOME ficou vermelho, o sistema está lhe chamando a atenção para algo, assim vá até este botão de desligar e note :

Sim, o sistema esta lhe pedindo para reiniciar.

Assim, apenas clique na opção [ Reinicialização necessária ] para que as atualizações descarregadas entrem em vigor.

Poucas atualizações recomendam a reinicialização, no entanto, quando ela é solicitada deverá fazê-lo de prontidão. Na prática, essas atualizações criticas sempre ocorrem assim que acabou de instalar o Ubuntu.

2. Instalando o Ubuntu Perfeito

Ok. Você atualizou o seu sistema através do Synaptic.

Apenas descarregue o Ubuntu Perfeito e salve-o na Área de Trabalho, o link para download é :

https://sourceforge.net/projects/ubuntu-perfeito/files/

(acabei de postar o arquivo ubuntuperfeito-lucid-10.04.1_all.deb)

A seguir, dê um duplo clique no pacote que foi descarregado :

Note na imagem, que no campo “Status” há a observação : “Requer a instalação de 1 pacote(s)“.

Sim, o pacote a que se refere é o libnotify que acompanhava o Ubuntu em versões passadas, mas no Lucid infelizmente é obtido separadamente.

Essa dependência não é um problema porque se você atualizou a lista de repositórios usando o Synaptic então o sistema saberá onde obter qualquer dependência.

Para prosseguir, basta clicar em [Instalar Pacote] e o próprio sistema se encarregará de descarregar e  instalar essa (ou qualquer) dependência, não acredita em mim ? Então veja :

Pronto, o Ubuntu Perfeito está instalado.

3. Usando o Ubuntu Perfeito pela primeira vez

Vá no menu do GNOME em Sistema->Administração->Ubuntu Perfeito, o que verá sera isso :

Os itens na lista acima são chamados de “Tarefas”, cada uma delas reúne um grupo de pacotes que serão instalados para satisfazer cada tarefa.

Os itens marcados é o que se pretende instalar as tarefas, assim que as tarefas são executadas então automaticamente são removidas deste menu.

Quando você executa o Ubuntu Perfeito pela primeira vez notará que há alguns itens já marcados, não se assuste, estas  são as recomendações de tarefas para deixar o seu Ubuntu, digamos…, Perfeito !

Os demais itens que não estão marcados são “opcionais”, isto é, podem ser importante para uns, porém desnecessários para outros.

O primeiro item do menu é chamado de “Configurar a execução deste script” :


Este item representa uma definição de comportamento da execução das tarefas, ele raramente será usado, porém se for marcado, uma janela de editor de texto se abrirá com as definições de comportamento que podem ser modificadas. Veja a tela que se segue :

Onde se pode determinar coisas como se o script deverá fazer execuções em modo silencioso, isto é, pertubando-o pouco com perguntas de Sim ou Não. Note porém que alguns pacotes, por exemplo, o Sun-Java requer o aceite do EULA para prosseguir, neste caso o modo silencioso terá de ser pertubado para sua assistência.

Também pode deixar configurado o uso de Proxy, útil para usa-lo dentro de empresas onde o acesso a Internet é mais restrito.

Além disso, há o modo tagarela, onde o sistema literalmente fala as tarefas que estão sendo executadas.

Bem, é isso pessoal.

Ate+

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Operadora Telefônica, consegue ser pior ?

Pois bem,

Depois de muitos problemas com a operadora Telefônica resolvi aproveitar a portabilidade e mudei meu número fixo de casa para outra operadora – a Embratel. Estou contente com o serviço da Embratel, mas como ainda preciso de Internet e a Embratel não fornece banda larga então eu ainda tenho o rabo preso com a Telefônica.

Como eu soube que a Telefônica foi obrigada a vender o Speedy sem a necessidade de assinatura, bem, aproveitei a ocasião.
Pera lá, achou que seria assim tão fácil ?
Não, a Telefônica cobra R$ 30,00 pelo serviço de Speedy sem linha acrescido o plano de Speedy que você contratar.
Assim, sai mais barato comprar uma linha básica sem assinatura com 80 minutos incluso – R$ 24,90 – e solicitar o Speedy para essa linha.

Os R$ 30,00 eles dizem ser pelo préstimo de ter que gerenciar seu speedy sem ter uma conta, digo, telefone.

Viva a falta de concorrência !

Estou indignado, mas como não há com quem recorrer vou ter que abaixar a cabeça e ceder.

Desculpa o desabafo.

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Moonlight não é para você, usuário de Ubuntu Lucid !

Um aviso aos colegas, o plugin Moonlight causa diversos problemas no firefox.
Muitos estão fazendo ou já fizeram o upgrade do Ubuntu 9.0x para Ubuntu 10.04 e depois de completarem o upgrade a usabilidade do Firefox não foi das melhores, na realidade o Firefox capota muitas vezes e na tentativa de corrigir o problema, apagam profile, e tentam isso, e tentam aquilo, mas o Firefox continua instável e capotando do nada.

Este problema é causado pelo plugin Moonlight, pacotes para debian e ubuntu estão em repositórios de terceiros e podem ter sido instalados em seu sistema, mas o plugin tem alguma incompatibilidade com o Firefox 3.6.

A solução para este problema é remover estes pacotes :

moonlight-plugin-core moonlight-plugin-mozilla

Poderá usar o Synaptic ou o apt-get na linha de comando.
Estes pacotes não representavam nenhum problema no Ubuntu 9.0x porque o Firefox era uma outra versão, e inclusive eram usados no Ubuntu Script Perfeito naquela versão. Logo que comecei a adaptar o script Ubuntu Perfeito para o Ubuntu 10.04 percebí que algo de ruim acontecia com o Firefox e rastreando o problema cheguei a esse plugin, daí tomei a iniciativa de remover o plugin Moonlight da lista de plugins instalados pelo script.

Se você usou o Script Ubuntu Perfeito e fez upgrade do Ubuntu 9.0x para Ubuntu 10.04 atente-se que provavelmente você estará com essas bibliotecas em seu sistema e pode estar com um Firefox bem instável.

Para quem não fez upgrade nenhum, mas seu Firefox é instável então observe se você tem esse plugin em seu sistema, se sim, então remova-os e estude o comportamento do Firefox dalí em diante.

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Após a atualização do Ubuntu Lucid seu touchpad parou ?

Eu instalei o Ubuntu e tudo funcionou de primeira em meu notebook : touchpad, camera, mic, som, … mas ao fazer a primeira atualização, o touchpad funciona até a tela de login, digitou o login o danado deixa de funcionar. Pelo que pude pesquisar, os modelos DV da marca HP são afetados, meu modelo é DV9000 – que sorte né ?
A resolução pode se dar de duas formas.
Se está sem o touchpad funcionando e não quer reiniciar o sistema, então vai precisar reiniciar o driver de mouse executando no terminal :

sudo modprobe -r psmouse
sudo modprobe psmouse proto=imps

Se você precisa duma resolução definitiva então vai ter de reconfigurar o Xorg com um simples comandinho :

sudo dpkg-reconfigure xserver-xorg-input-synaptics

A correção definitiva funcionou para mim, já reiniciei o sistemas 3 vezes e o touchpad continua firme e forte. Mas é possível que se houver uma nova atualização que envolva módulos do kernel eu tenha que executar novamente os comandos acima.

Talvez seja questão de poucos dias para o pessoal da Canonical resolver tal problema em forma de atualização, até porque a solução que encontrei tava lá no forum da própria Canonical.

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Gedit no Ubuntu 10.04, recado aos desavisados.

Se você já está usando o Ubuntu 10.04 e usa o gedit para editar arquivos, já deve ter reparado que o plugin para realização de endentação sumiu, pois é, você marcava uma quantidade de linhas CTRL+T ou CTRL+SHIFT+T e o bloco selecionado vai para a direita ou esquerda.

Procurei que nem um condenado pelo plugin, fiquei testando outros plugins (alguns muito bugados diga-se de passagem) até a saber a poucos instantes que agora ele tá embutido no gedit e basta usar TAB ou SHIFT+TAB com um bloco selecionado. Não sei se devo sorrir por ter essa funcionalidade habilitada por padrão ou se choro pelo tempo perdido na busca do plugin.

Essa não foi uma mudança do Ubuntu, mas do novo GNOME 2.30.

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Script para backup de banco de dados FirebirdSQL

O banco de dados FirebirdSQL tem um utilitário de linha de comando chamado gbak, inclusive é um programa muito útil.
Mas existe uma dificuldade em usa-lo de forma manual porque você tem que montar a unidade onde ficará o backup, realizar o backup e depois desmontar a unidade. Assim, há um tempo atrás desenvolvi um script que realizava essa operação de forma mais simplificada, dentro do script você indica todos os discos que pretende armazenar o backup, pode ser inclusive um pendrive, depois roda o programa e ele armazenará o backup no dito disco de forma transparente.

O script é este aqui :

http://pastebin.com/983CNRd3

Antes de executar o script, você deverá seguir os seguintes passos :

Especificando as bases de dados a serem copiadas :

Localize e edite as seguintes linhas (por volta da linha 108) :

# lista de databases do firebird a serem backupeados
# coloque os databases em ordem de importância
# lista de pastas a serem backupeadas
unset backup_lista
backup_lista=( “${backup_lista[@]}” “192.168.1.14:admin1.fdb” )
#backup_lista=( “${backup_lista[@]}” “192.168.1.14:c:/Arquivos de programas/Firebird/Firebird_2_1/security2.fdb” )

Sim, acrescente todos os banco de dados que pretende fazer o backup, na lista acima existem 2, mas você poderá acrescentar quantos houverem apenas duplicando e alterando as linhas acima.

Especificando usuário e senha para acesso ao servidor FirebirdSQL :

Localize e edite as seguintes linhas (por volta da linha 166) :

# Nome do usuário e senha que acessará a base
# de dados FirebirdSQL
FB_USER=’SYSDBA
FB_PASSWORD=’masterkey

Em geral, troca-se apenas a senha. Sem um nome de usuário e senha válido, o backup não poderá ocorrer.

Especificando as mídias que guardarão o backup :

Localize e edite as seguintes linhas (por volta da linha 176) :

# Insira os UUIDs usados para manter o backup
# Isso permitirá que este script faça backup
# apenas em discos previamente identificados
# pode ser usado qualquer disco,
# incluindo pendrives e cartões SSD
# Para saber o UUID dos discos inseridos :
# ls -l /dev/disk/by-uuid/
disco[0]=”C91C-DA27” # meu pendrive pessoal usando vfat
disco[1]=”dbf9372a-fd1e-4a5a-9e9d-011c9b093380” # disco externo ext2 sata da empresa #1
disco[2]=”ff44fe91-e61e-4d42-9d8c-6fa4ba6e9571” # disco externo ext2 sata da empresa #1
disco[3]=”4c93fef0-82f7-409e-b294-84d19b06c228” # disco externo ext2 sata da empresa #1
disco[4]=”6113ec83-d13e-4e16-9938-6faa2bbb7f72” # disco externo ext2 sata da empresa #1
disco[5]=”821be611-5106-4db6-9fb2-30b98c74ec52” # use a mesma logica para acrescentar mais discos

Um dos atos de importância com o backup é organização, assim as linhas acima identificam os discos que pretende usar, qualquer outro disco será ignorado pelo programa de backup. Pode duplicar e acrescentar quantos discos dispuser.

Tornando o script executável :

Se você salvou o link para descarregar o script como “fazer_backup_fb.sh” então execute :

cp "/local/onde/baixei/fazer_backup_fb.sh" "/usr/bin/fazer_backup_fb.sh"
chmod a+x "/usr/bin/fazer_backup_fb.sh"

Você pode fazer o backup na hora que desejar executando o script, mas convenhamos, o ideal é agendar o uso do script para um horário pouco movimentado, assim use o comando ‘cron -e’ e agende a execução do script para um horário mais conveniente :

$crontab -e

E depois informe o horário que deverá rodar o script :

# formato do crontab
# +---------------- minuto (0 - 59)
# | +------------- hora (0 - 23)
# | | +---------- dia do mes (1 - 31)
# | | | +------- numero do mes (1 - 12)
# | | | | +---- dia da semana (0 - 6) (domingo=0 ou 7)
# | | | | |
# * * * * * comando que deverá ser executado
SHELL=/bin/bash
#PATH=/sbin:/bin:/usr/sbin:/usr/bin
#MAILTO="administrador@meudominio.com.br" # so descomente se tiver algum serviço de email instalado
# backup do firebirdsql
00 20 * * 1-5 /usr/bin/fazer_backup_fb.sh

No exemplo acima, o backup está agendado para as 20:00 de segunda até sexta, apenas não esqueça de deixar plugado o disco onde manterá o backup.

Bom backup !

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Medibuntu fora do ar ?

Pois é, o Medibuntu, um dos principais repositórios extras para Ubuntu aparentemente está offline.
Assim, para resolver o dito problema é necessário aplicar um pequeno “workaround” mencionado nesta página.

Ou se preferir a solução já pronta, execute no terminal :

echo 88.191.101.8 packages.medibuntu.org | sudo tee -a /etc/hosts

O comando acima faz com que o endereço packages.medibuntu.org seja respondido por um outro mirror com um outro IP.
Para desfazer esse mirror, execute :

grep -v packages.medibuntu.org /etc/hosts | sudo tee /etc/hosts

Claro que você deverá desfazer somente quando já tiver ouvido falar que o medibuntu já voltou.
Usuários que estejam testando o Ubuntu Perfeito não conseguirão concluir algumas tarefas sem este importante repositório.

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Como mudar a ordem dos botões nas janelas do Ubuntu 10.04

Tá vendo, eu falei para não instalar um BETA.
Parece uma coisa simples, mas nas listas de discussão muita gente tá questionando como mudar o lado desses botões nos titulos da janela que agora aparecem do lado esquerdo (até que eu gostei) ao invés do lado direito como sempre foi. Assim vou deixar essa dica na esperança de que usem o Google para chegar até essa página.

Mas você não me ouviu e agora não está se acostumando com os botões “Fechar”, “Minimizar” e “Maximizar” do lado esquerdo.

Ainda bem que você tem internet e vai ver essa dica.

Para restaurar esses botões no local direito, igual ao que era antes execute no terminal :

gconftool-2 --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"

Se você desejar que todos os novos usuários criados em seu sistema também tenham essa modificação, execute também :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"

Assim novos usuários já terão o novo layout dos botões.

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Firefox 3.6 e o plugin sun-java em Ubuntu Perfeito 64bits.

O Ubuntu Perfeito tem os dois kits java instalados : sun-java e o openjdk.

Por default, o sun-java é o padrão e também seu plugin para a internet.

Mas algo de errado acontece com o uso desse plugin sun-java no Firefox 3.6, ele simplesmente não funciona. E eu não sei exatamente o porquê.

Sei que o problema é com o Firefox, pois o Google Chrome funciona 100% sem nenhuma intervenção. Vasculhando a internet, notei que esse problema acontece também com outras distros, mas usuários do Ubuntu são os que mais reclamam.
De qualquer forma, deveria ter testado isso antes de colocar o Ubuntu Perfeito no ar.
Enfim, se você está usando a remasterização do Ubuntu Perfeito, acesse essa página :

http://www.javatester.org/version.html

Se notar que seu navegador não exibe a versão de Java ou diz que o plugin java não está instalado então eureka, realmente temos um problema.

Teste no Google Chrome, note que neste navegador não há problema algum.

Este problema não afeta apenas meu remix, mas outras distribuições também, de qualquer forma é lamentável que eu não tenha visto esse problema antes.

Vamos iniciar a resolução do problema, para aqueles que usam o Ubuntu Perfeito 64bits, apenas execute no terminal :

mkdir ~/.mozilla/plugins

Localize o arquivo ‘libnpjp2.so’ com o comando :

locate libnpjp2.so

Aparecerá algo como :
/usr/lib/jvm/java-6-sun-1.6.0.15/jre/lib/amd64/libnpjp2.so

Vê o arquivo acima, pois então você vai “linkar” o arquivo acima na pasta ‘~/.mozilla/plugins/’ com o comando :

ln -s /usr/lib64/jvm/java-6-sun/jre/lib/amd64/libnpjp2.so ~/.mozilla/plugins/libnpjp2.so

Eu não sei se versão 32bits é afetada pelo mesmo problema, mas já testei e garanto que a versão 64bits é afetada pelo problema e a execução dos comandos acima resolve-no.

[]’s a todos.

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Pronto – Agora sim – os ISOs do Ubuntu remasterizados estão prontos.

No post anterior, havia comentado que tive de substituir o arquivo ISO do Ubuntu 64bits e isso levaria quase 2 dias e por isso era melhor que o pessoal esperasse mais um pouco.

Mas já está pronto, podem baixar se desejarem.

O link para download, mais uma vez, é esse :

https://hamacker.wordpress.com/2010/02/27/ubuntu-9-10-64bits-remasterizado-com-o-ubuntu-perfeito/

[]’s a todos.

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