Ubuntu Perfeito – Instalando o Ubuntu Linux

Instalação do Ubuntu Linux

Neste passo, vamos instalar o Ubuntu Linux.

Se já instalou o Windows alguma vez, não terá dificuldades aqui, apenas tome cuidado na parte que fala sobre particionamento. Faça uma cópia de segurança antes.

Usuários do sistema Windows provavelmente estarão preocupados com drivers, mas diferentemente do Windows, não haverá instalação de drivers quando a instalação estiver completa, o que o sistema reconhecer já estará funcionando. A principal dificuldade de reconhecimento de hardware no Linux está relacionado a :

  • Computadores que usam chipset VIA e SiS (na realidade a placa-mãe e placa de vídeo). Não é que não funcionem, podem funcionar, mas quando não funcionam vai envolver seguir HowTo’s (Guias especias que dizem como fazer) para fazê-la funcionar.  Definitivamente seguir  HowTo’s pode ser uma tarefa complicada para um iniciante, pois podem ser que estejam desatualizados e só um técnico mais experiente discerniria isso. Mas não seria complicado para um Técnico que está acostumado a a usar o Google, perguntar em lista de discussão e seguir orientações [às vezes] em inglês.
  • Sintonizadores de TV digital, não conheço nenhum que funcione. Os  xinglings que pegam TV analógicos e são facilmente encontrados e comercializados, estes  funcionam sem problema. A TV digital no Linux ainda é embrionária, vai sair, mas pode demorar um pouco, iniciativas para isso já foram dadas.

Se já instalou o Ubuntu alguma vez, saiba que a cada nova versão é mais fácil que a anterior.

Comece a instalação colocando um CDROM gravado com Ubuntu na unidade de CDROM e dê partida (ou boot) por ele. Em alguns computadores deve-se acessar a BIOS do equipamento ou pressionar uma tecla de função [F2,F8,F10,F12,...] durante o o processo de carga do computador e então escolher qual o método de boot desejado (prefira CDROM).

Durante o boot, deve-se escolher o idioma “Português” e se for necessário acessibilidade então clicar em F5 como mostra a figura :

Uma vez escolhido o idioma ou ter optado (ou não) pela acessibilidade, opta-se por instalar ou experimentar.

Se você demorar muito para escolher uma dessas opções, a carga do CDROM iniciará automaticamente e você verá isso :

Nessa janela você é forçado a escolher “Experimentar” ou “Instalar”.

Se escolher a opção “Experimentar Ubuntu”, isso lhe dará a oportunidade de conhecer o Ubuntu, especialmente se esta for sua 1a vez no sistema do Pinguim. Esta opção também é indicada para portadores de necessidades especiais, por meio dessa experimentação terão acesso ao ORCA, um programa de computador responsável por habilitar acessibilidade dentro da sessão do GNOME e então poderá instalar usando a acessibilidade provida pelo ORCA.

Após experimentar e gostar, haverá na área de trabalho um ícone intitulado “Instalar o Ubuntu”, este por sua vez fará a instalação.

Não há diferenças entre instalar direto da tela inicial de boot ou instalar a partir do desktop de experimentação, em ambos os estágios, o programa de instalação é o mesmo.

A opção de instalação direta a partir do menu tela de boot é minha preferida,  o Ubuntu direto de fábrica acompanha apenas o básico e você teria uma experimentação muito melhor posteriormente.

A janela seguinte, o Ubuntu quer saber se seu computador cumpre os requisitos mínimos e lhe traz algumas opções interessantes :

  • como baixar atualizações importantes enquanto instala – Isso é  especialmente interessante porque a instalação poderá demorar uns 20 minutos e se você tiver Internet de Banda Larga suficiente talvez esse seja o tempo necessário para obter essas atualizações enquanto o Ubuntu é instalado.
  • instalação de codec mp3 – Pois é, se existir Banda Larga pode marcar esta opção, pois no mundo em que vivemos é impossível não querer abrir arquivos neste formato.

Após e ler e marcar as opções que julga necessários então clique em [Avançar] :

A seção seguinte é a mais crucial de todo o processo, trata-se do particionamento.

A partir do Ubuntu 10.10, o instalador lhe traz as seguintes opções :

  • Instalar lado-a-lado com outros sistemas operacionais
    • Opção interessante para quem ainda usa o Windows e não pretende se ver livre dele tão cedo. Neste caso, o instalador usará o espaço livre de particionamento para instalar o Ubuntu. Se não houver espaço livre para criar novas partições pode-se diminuir o tamanho da partição do Windows, mas antes de executar essa instalação é recomendável voltar ao Windows e desfragmentar o disco. O particionamento será automático se o espaço livre para particionamento for suficiente.
  • Apagar e usar o disco inteiro
    • Essa opção só é interessante se o seu computador é novo e sem nenhum sistema operacional ou dados relevantes a serem, mantidos. Este particionamento eliminará qualquer partição presente e fará um novo particionamento automático.
  • Especificar particionamento manualmente (avançado)
    • Essa é minha opção preferida, pois eu decido como ficará o particionamento.

Em qualquer uma dessas opções recomenda-se fazer uma cópia de segurança dos arquivos importantes.

Neste guia, eu aconselho a especificar o particionamento manualmente, depois eu explico o porquê.

Escolha “Especificar particionamento manualmente (avançado)” e clique em [Avançar].

Na janela seguinte, é exibido as listas de partições, a partição identificada como NTFS é partição onde o Windows está instalado (instalei o Windows só para criar este guia).

Note que há um espaço restante não utilizado de 23GB, como é exibido na figura :

Antes de começarmos a falar sobre particionamento, é conveniente sabermos o que é isso, não é mandatório ser expert, mas tomar conhecimento do que você está pronto a realizar me parece uma boa ideia, se você concordar comigo então leia este artigo.

Diferentemente do Windows, o Linux precisa de ao menos 2 partições, numa instalação de desktop, minha recomendação é ter 3 partições :

  • / ou root : onde ficarão os programas, arquivos temporários, configuração, etc…
  • swap : onde ficarão arquivos de troca, geralmente memória virtual ou hibernação de notebook
  • /home : dados do usuário

As duas primeiras que alistei são básicas, isto é, não é possível instalar Linux sem elas.

Mas a terceira, meu caro amigo, é o pulo do gato, ao criar uma partição exclusiva para seus dados, voce pode reinstalar várias vezes o Linux sem se preocupar em perder seus arquivos, claro desde que não formate também esta partição. Tá bom, sei que ninguém quer reinstalar diversas vezes, mas pense na próxima versão do Ubuntu, se desejar poderá fazer uma instalação limpa dessa nova versão e manter as suas configurações pessoais. Nada de perder ou refazer configurações do leitor de email, senhas memorizadas/bookmarks/cookies do firefox, etc…

Qual o tamanho para cada uma dessas partições ? Minha estratégia,  é essa (na ordem) :

  • swap : No minimo, a mesma quantidade de RAM física do equipamento, assim não terá problema com a “hibernação”  onde o conteúdo da RAM é suspendida para o disco e o computador é desligado fisicamente, e ao religar o conteúdo do swap volta para a RAM e o computador é restaurado ao estagio anterior. O tamanho minimo é esse, o máximo não tem recomendação porque na prática é usada como memória virtual, variando conforme a necessidade de cada usuário. Eu coloco essa partição como primeira porque é mais fácil assim, pois não altero o seu tamanho depois. Segundo alguns especialistas o swap ficaria melhor no centro do HD, onde o diâmetro é menor e segundo as leis da física obteria melhor performance e se isso for verdade então beneficiaria em muito a memória virtual que por natureza seria muito mais lenta, a parte chata é que o centro do disco é justamente o seu final e neste caso o swap ficaria sendo a ultima partição a ser criada, o que acabaria com minha recomendação que é cria-la primeiro. O particionador do Linux até permite que você escolha a área onde deve ficar cada partição, se ficará no inicio do disco ou no final, mas acho besteira discutir migalhas de performance e convenhamos, swap não é tão usado nos dias atuais senão para hibernar o computador, assim, não vale muito a pena ficar discutindo este assunto, até porque se você quer realmente quer ganhar performance com discos então compra discos SSD. Siga minha recomendação é para particionar o swap primeiro.
  • / ou root : Nunca precisei mais do que 15GB, acho esse um tamanho mais do que razoável. Olhe que uso meu Linux para programação, virtualização e administração de rede. Mesmo assim, nos dias atuais mal chego a 9GB. Mesmo assim, eu deixo 15GB porque não poderei aumentar essa partição mais tarde e nunca se sabe o tipo do programa que eu venha a instalar.
  • /home : tamanho restante. Isso mesmo, o que sobrou vou deixar para a /home. Deixo esta partição como última, pois caso venha a trocar de disco por outro de capacidade maior, poderei simplesmente esticá-la. Tá eu sei que posso usar LVM, mas se você sabe usar LVM porque está lendo esta parte do artigo ? :)

Assim, minhas partições são criadas uma a uma.

Para criar uma partição, apenas posicione-se no item “espaço livre” e clique no botão adicionar :

Perigo : Há um botão que na minha opinião deveria ser removido nesta etapa, este chama-se “Nova tabela de partição”, o que esse botão faz ? Obviamente, cria uma nova TABELA DE PARTIÇÃO – isto elimina todas as partições existentes. Alguns certamente vão confundir este botão com o Adicionar, porque ? Bem, o que uma pessoa (mesmo sendo experiente) quer é “Criar uma nova partição” e sem ler direito o rótulo do botão vai acabar naufragando por confirmar a operação. Se você fizer isso, não se desespere, há um botão [Reverter] que desfará todas as operações. Se você não reverteu e prosseguiu equivocadamente, desligue o computador, mesmo durante a instalação e procure por uma LiveCD chamada pMagic, nessa LiveCD (assim como outras) há um programa chamado TestDisk que fará a recuperação das partições eliminadas, mas o TestDisk só funcionará 100% se você não usou o disco depois dessa tragédia.

Ao criar as partições, lhe é questionado se criará uma partição primária ou lógica :

E então, primária ou lógica ?

A resposta a essa pergunta é : Pretende instalar novos SOs ?

Se sim, use partições do tipo “Lógica”, pois poderá criar infinitos (mas nem tanto) particionamentos.

Para quem usa notebook e/ou não vai passar de 4 partições : Windows, Linux (swap, root e home) poderá criar todas como primária e numa eventual manutenção basta se lembrar da ordem : sda1,sda2,sda3 e sda4 – isso é muito mais simples do que partições lógicas.

Mais uma pergunta : qual o tipo de partição (ext2, ext3 ou ext4) ?

Se for utilizar o programa de virtualização VirtualBox use ext3, há relatos de máquinas virtuais corrompidas em sistema de arquivos usando ext4, isso é um caso do VirtualBox e deve ser corrigido em releases posteriores. Se não for utilizar o VirtualBox, use ext4 !

Neste exemplo, vou criar todas como primária com o tipo ext4, veja como ficou a ultimo /home :

E no final, ficaram todas assim :

Ao clicar em [Instalar agora] o sistema fará a aplicação do particionamento de forma definitiva e não haverá mais como reverter essa operação.

Uma novidade a partir da versão 10.10 é que a partir desse ponto, a cópia de arquivos inicia-se em plano de fundo (background) enquanto você ainda será assistido por outras etapas de instalação.

Na janela seguinte, você informa o fuso-horário, aqui é melhor informar sua localidade, no meu caso, “Estado de São Paulo” :

Dica : Se você não for nenhum asno em geografia, apenas clique  na região do mapa onde está localizado e o instalador preencherá automaticamente o local do fuso horário a que você pertence.

Após preencher o fuso-horário adequadamente, apenas clique em [Avançar].

Na janela seguinte, escolha o teclado que estiver usando, se for ABNT, vulgo “C com cedilha” então :

Se seu teclado não é ABNT, é daqueles teclados em inglês muito comuns por quem importa notebooks, então deverá escolher o país “USA” e escolher o layout “US Internacional Alternativo (us_intl)” :

Se seu teclado é americano você também pode experimentar as variações com ALT_GR (ou com Dead Keys), com o ALT_GR você pode por exemplo, segurar o ALT_GR e a letra Q e obter um “/”, isto só lhe é útil porque há teclados de notebooks que simplesmente não possuem a barra “/” e o único meio de obtê-la é por meio do ALT_GR. Dead Key é a tecla de collate, isto é, quando pressionar aspas simples, o sistema aguarda outra letra, se pressionar o “C” então sairá “Ç”, não é muito, mas é o suficiente para quem quer digitar as coisas em português. Na prática, quando estou com um teclado americano, sempre escolho US Internacional Alternativo (us_intl) e obtenho tanto o ALT_GR como as Deadkeys.

Após decidir-se pelo layout correto de teclado, clique em [Avançar].

Próxima etapa, diga quem é você :

Os campos que aparecem na lista são respectivamente :

  • Seu nome : Seu nome pessoal por extenso, eu raramente digito meu nome pessoal, mas enfim é para isso que serve.
  • Nome do computador : O ubuntu sugere o primeiro nome que você digitou e acrescenta o prefixo “-desktop”, mas voce pode decidir usar outro nome se quiser. O nome digitado será o nome do seu computador (hostname) após completar a instalação.
  • Escolha um nome de usuário : O ubuntu sugere o primeiro nome que você digitou, mas você pode modificar. Prefira usar letras minusculas, sem espaços, hifens e outros sinais tipográficos como nome de usuário, pois podem lhe confundir ou fazer esquecer-se logo após da instalação, lembre-se : o nome que digitar aqui será o que terá de lembrar ao fazer o login no sistema.
  • Escolha a senha e “Confirme sua senha” : Digite a sua senha, lembrando que uma senha razoável para o Ubuntu é aquela que possui Maiúsculas + Minusculas +Números. Ele chama uma senha de complexa quando você acrescenta sinais tipográficos como !#$% e assim por diante.
  • Iniciar sessão automaticamente : Se habilitado, você liga o computador e ele estará pronto para uso sem ao menos ter que digitar a senha. Os defensores da segurança vão alegar que é inseguro habilitar essa opção, eles tem razão, mas há algumas condições que tornam habilitar essa opção desejável por exemplo pessoas que precisam de acessibilidade (e não de obstáculos), quiosques, máquinas de manufatura, e…. pessoas que detestam ter de digitar a senha, deliberadamente preferem não digitar a senha, e restringir o uso dos programas por meio de SUDOERS (também conhecido como “sudo”).
  • Solicitar minha senha para entrar : oposto ao “Iniciar sessão automaticamente”, você sempre vai digitar uma senha para iniciar uma sessão.
  • Criptografar minha pasta pessoal : Essa opção quando habilitada cria um arquivo oculto na sua pasta /home, uma especie de arquivo .zip (mas não é zip !) e monta-o em /home/fulano (se seu login for “fulano”), mas só consegue monta-la se a senha digitada estiver correta. Uma vez habilitada, nunca mais poderá ser desabilitada, todos os upgrades posteriores terão de ser habilitados senão você nunca mais verá seus dados – quando isso acontece, esse bulet já vem marcado e é impossível desmarca-lo. A grosso modo, ele não passa dum zip com senha. Habilitar a criptografia tem a vantagem de que ninguém sem a sua senha poderá ver seus arquivos, a desvantagem é o tempo, sim, a demora em operações como fazer backup ou copiar arquivos em passa para sua pseudo-pasta $HOME. Para iniciantes eu recomendo não utiliza-la até que esteja habituado ao Linux.

Tendo entendido cada campo e preenchido corretamente então clique em [Avançar].

Finalmente, o Ubuntu prosseguirá com a instalação automatizada daqui em diante, isto é, sem interrupções :

Os slides que são exibidos são um  show a parte, tornam a espera silenciosa mais agradável.

No final lhe será solicitado reiniciar o computador :

Pronto !

O sistema está instalado.

Agora use o Guia Ilustrado do Ubuntu Perfeito e complemente sua instalação.

  1. #1 por Túlio em 19 \19\UTC outubro \19\UTC 2010 - 10:25

    Prezado Hamacker,

    Este tutorial de instalação do Ubuntu me foi de grande ajuda, especialmente o “pulo do gato” do /homem, rsrs.
    Obrigado

  2. #2 por NandoSS em 20 \20\UTC outubro \20\UTC 2010 - 8:08

    Nossa.. muito bom mesmo esse tutorial.

    Autor bem descontraido e que explica bem..

    Só me ficaram algumas dúvidas:

    O que é LVM?? E qual a diferença de uma partição lógia e primária.

    E outra coisa, instalei meu ubuntu 10.10 antes de ler esse tuto (já havia instalado outras versões) e habilitei a criptografia da pasta pessoal. Então isso quer dizer que se eu for formatar meu HD inteiro esses arquivos permanecerão lá??

  3. #3 por admin em 20 \20\UTC outubro \20\UTC 2010 - 14:21

    Leia este artigo na Wikipedia.

  4. #4 por leonardo em 23 \23\UTC outubro \23\UTC 2010 - 20:33

    olá hamacker sou usuario ubuntu a pouco tempo e não sabia direito como colocar as partições como logica ou primaria, inicio ou fim…
    no guia do iniciante do ubuntu diz que tem que por / como primaria e inicio logo em seguida swap como logica e inicio e depois home como fim e logica
    depois de instalado fui em administração e ultilitarios e unidades pra dar uma conferida como ficou organizado
    ficou sem nexo partiçao primaria e logica nao batiam
    tipo… sda 2 sda 3 sda 5 sabe… sem organizaçao
    e começei a achar que isso estava errado e no seu tutorial ensina passo a passo diz que tem que por todas em inicio e primaria começando por swap , / e home e ficou organizado certinho sda1, sda2, sda3

    quero lhe parabenizar pelo site e dizer que contribui bastante para os novos adeptos do ubuntu sempre com novas dicas e truques bem interessante pra deixar nosso ubuntu perfeito!!
    parabéns!!!!

  5. #5 por Gustavo Ferreira em 20 \20\UTC janeiro \20\UTC 2011 - 16:37

    Parabéns pelo trabalho.
    Só uma pergunta: vai sair uma compilação em pdf destes tutoriais ?

    Abraços
    Gustavo

  6. #6 por Andre Nogueira em 29 \29\UTC junho \29\UTC 2012 - 14:37

    Eu uso windows, quero instalar o ubuntu. tenho uma partição em FAT32(A:) onde guardei todos os meus dados, como eu instalo o ubuntu em C:, sem perder os meus ficheiros que estão guardados em A:??

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