Hamacker's Palace

Criando seu livecd/dvd com o remastersys

Criar um livecd com Ubuntu incluindo o instalador é muito fácil com a utilização de um programa chamado remastersys.

Como o remastersys funciona ?

Você está com o Ubuntu instalado e configurado, seguiu todo o “Ubuntu Paradise” e acrescentou seus próprios programas, pois então, que tal transformar sua instalação num LiveCD (também DVD) ?
Este é o propósito do programa remastersys, ele jogará para dentro dum livecd a sua instalação já personalizada contendo programas, papéis de parede, configurações especiais e afins, de fato, tudo o que você já produziu pós-instalação com o seu Ubuntu será reaproveitado. Já imaginou que maravilha é isso ? Quando tiver necessidade de ir até uma Lanhouse, põe o LiveCD e use sem medo de ter suas senhas capturadas, vírus, etc. Ou então compartilhar seu Ubuntu com amigos e não fazer eles quebrarem a cabeça com codecs e bons programas que são deixados de lado pela instalação convencional. Até mesmo para você é um facilitador, simplesmente após a instalação estará tudo lá, sem downloads posteriores, sem ler longos guias, não haverá mais uma instalação de 30 minutos e 2 horas posteriores com guias e downloads cansativos. Eu por exemplo, por conveniência antes de colocar um VMWare para funcionar tenho que sair aplicando patches (ocorreu com o 8.04), instalo drivers de webcam, winmodems e alguns programas que só rodam via wine já pensou ter que fazer isso de novo quando for instalar (ou reinstalar) o mesmo sistema em mais 5 máquinas ? É por isso que o remastersys é muito bom !

Algo digno de nota é que a compactação gerada no livecd é muito eficiente, por mais que você acrescente programas é díficil quebrar a barreira do 2G, eu acrescentei tudo que realmente necessito incluindo o idioma inglês e português, programas experimentais como o IBM Lotus Symphony, gnome-office, openclipart’s (png e svg), ferramentas de compilação incluindo o pesadissimo eclipse (views java e php), VMWare Workstation, VirtualBox (comercial) e mesmo assim só cheguei a 2,5G. É preciso muita criatividade para concluir um livecd com a capacidade total dum DVD.

Como instalar ?

Vá até o terminal e e execute :

sudo gedit /etc/apt/sources.list

Ao final do arquivo acrescente a seguinte linha :

deb http://www.remastersys.klikit-linux.com/repository remastersys/

Salve o arquivo e retorne ao terminal, e execute :

sudo apt-get update
sudo apt-get install remastersys

Pronto ! O remastersys foi instalado.

O que fazer antes de usar o remastersys ?

Como eu disse, antes de usar o remastersys é conveniente personalizar o ubuntu de acordo com o seu bel-prazer, isso inclui instalar todos os programas que você irá requerer no livecd. Instalações pessoais, aqueles que se localizam /home/usuário não irão parar no LiveCD, a menos que queira usa-lo da forma “backup” onde /home e as contas também vão parar no LiveCD.
Depois de instalar todos os programas que você gosta, módulos, codecs e afins então pule para o tópico “Usando o remastersys” para gerar seu livecd. Se voce estiver interessando em aprofundar-se em modificar aspectos gerais do GNOME então prossiga lendo os próximos tópicos.

Gostaria de incluir na sua distro algumas personalizações ?

Você pode usar o remastersys logo após de instalar seus programas prediletos, mas seu livecd continuará com cara de Ubuntu, isto é, quando usar um cd/dvd criado com o remastersys perceberá que os temas, sons, fontes e afins serão a cara do anterior Ubuntu, apenas com mais programas. Isso ocorre porque o aspecto geral não foi modificado.

Por essa razão, vou demonstrar que você pode fazer algumas personalizações no aspecto geral antes de gerar seu livecd com o remastersys. Coisas do tipo : acrescentar novos papéis de parede, mudar os sons temáticos, trocar as fontes, modificar as cores e afins. Depois de você modificar alguns aspectos gerais do seu sistema, gerará o livecd com o remastersys e irá reaproveita-lo nas posteriores instalações. Para realizar a maioria dessas alterações do sistema geral, você aprenderá a manipular o arquivo /etc/gconf/gconf.xml.defaults que contém as definições do GNOME e aprenderá a usar o comando gconftool-2 para realizar essa tarefa. Se você achar isso complicado então comece devagar modificando apenas alguns aspectos que lhe parecem fáceis e pule para o tópico “Usando o remastersys” e vá subindo o nível de dificuldade gradativamente.

Importância do gconftool-2 :

Muitos ajustes podem ser personalizados com um único comando :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/caminho/para/o/nome/da/chave" "Conteúdo-ou-valor-chave"

Com este comando você muda ícones, cores, cursores, painéis,… sua imaginação é o limite!
Quando estamos executando o gconftool-2 em cima do arquivo /etc/gconf/gconf.xml.defaults, estamos modificando o padrão global das contas, assim se você criar um novo usuário ele receberá os valores pré-programados. As alterações feitas em /etc/gconf/gconf.xml.defaults não terão efeito nas contas já criadas, somente nas novas contas. Quando criarmos o LiveCD/DVD, esses mesmos padrões globais serão aplicados a primeira conta criada e as seguintes.
Para usar o gconf-tool-2, temos de saber exatamente qual o nome da chave a ser modificada, seu tipo e valor, se o nome da chave, tipo e valor não forem os corretos, o comando será ignorado e nenhuma entrada de registro será criada/alterada/excluída. Apesar das semelhanças com o ‘regedit’ do Windows, o ‘gconf-editor’ não deixa executar operações que não estejam previamente tipificadas e documentadas, não é possivel por exemplo, excluir uma chave importante ao sistema ou colocar um valor booleano numa chave que requer valores numéricos.

Papéis de parede :

sudo cp /local/onde/estao/os/papeis/de/parede/* /usr/share/backgrounds

Se quiser substituir o papel de parede padrão do Ubuntu pelo seu próprio (formato .PNG) :

sudo cp /local/onde/estao/os/papeis/de/parede/meu-papel-de-parede.png /usr/share/backgrounds/warty-final-ubuntu.png
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/background/picture_filename" "/usr/share/backgrounds/warty-final-ubuntu.png"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/background/picture_options" "stretched"

A lista de papeis de paredes que podem ser selecionados depois da instalação pode ser incrementada se você editar o arquivo :

/usr/share/gnome-background-properties/ubuntu-wallpapers.xml

E replicar dentro dele a relação de arquivos contido em /usr/share/backgrounds.

Temas para o GNOME :

sudo tar zxvf /local/onde/estao/meus/temas/tema-para-gnome.tar.gz -C /usr/share/themes

Para definir um tema padrão, execute :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/interface/gtk_theme" "Human-Clearlooks"

Para definir que as fontes do titulo da janela utilizem as fontes do sistema :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/apps/metacity/general/titlebar_uses_system_font" "true"

Para definir uma “margem da janela” (metacity) padrão :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/metacity/general/theme" "Human"

Troque Human pelo tema “margem da janela” (metacity) que tenha copiado e queira usar como padrão.

Temas para o GDM :

sudo tar zxvf /local/onde/estao/meus/temas/tema-para-gdm.tar.gz -C /usr/share/gdm/themes

Para mudar o tema padrão de inicialização, execute no terminal :

sudo gedit /etc/gdm/gdm.conf

Abaixo da seção [gui] troque a linha :

GtkTheme=Human
GtkThemesToAllow=Human
para
GtkTheme=[Tema-De-Sua-Preferencia]
GtkThemesToAllow=[Tema-De-Sua-Preferencia]

Claro que você deverá usar como nome, os temas que você copiou para /usr/share/gdm/themes.

Depois disso, você deve executar :

sudo gdmsetup

E ajustar o tema padrão e as características de login que deseja usar no livecd. Poderá até configurar para autologin, ou login para convidado após [n] minutos.

Conjunto de ícones temáticos :

sudo tar zxvf /local/onde/estao/meus/icones/tematicos/icones-tematicos.tar.gz -C /usr/share/icons

Para definir um conjunto de ícone temático padrão, execute :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/interface/icon_theme" "Human"

Troque Human pelo nome do tema de conjunto de ícones temático que tenha copiado e queira usar como padrão.

Sons temáticos :

sudo tar zxvf /local/onde/estao/meus/icones/tematicos/audio-tematicos.tar.gz -C /usr/share/sounds

Quer um padrão para os efeitos sonoros do GNOME ?

Vá no menu do GNOME-Sistema->Preferencia->Som(Preferencias de Som) e então configure alí quais serão os sons para cada evento do sistema. Depois de acertar todos os sons, então executar no terminal :

sudo mkdir -p /etc/skel/.gnome/sound/events
sudo cp ~/.gnome/sound/events/gnome.soundlist /etc/skel/.gnome/sound/events/

Isso fará com que os sons/eventos que foram configurados para você sejam assumidos como padrão para qualquer nova conta criada no sistema. Eu não recomendo usar nomes de arquivos que possuam espaço em branco entre as palavras e nem usar eventos que correpondam aos mesmos usados pelo GDM como inicio e termino de sessão, pois se assim o fizer, ocorrerá um conflito de sons e o efeito colateral será o sistema ficar sem som para todas as outras coisas como assistir filmes e ouvir músicas. Já reportei esse bug e vamos ver quanto tempo levam para corrigir.
Se prefere deixar os sons de eventos desabilitados, então execute :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/desktop/gnome/sound/enable_esd" "false"

E com isso não precisará se preocupar com os sons do GDM ou possíveis conflitos.
Alteração : A partir do Ubuntu 8.10, os temas sonoros compativeis com freedesktop.org podem ser definidos assim :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/sound/theme_name" "sound-theme-freedesktop"

Mudando a cor de fundo do gnome-terminal :

Dependendo do Tema ou tantos outros itens que você for escolher para personalizar, o fundo branco do gnome-terminal não é muito interessante. Mesmo o tema padrão do Ubuntu não combina com o fundo branco, dependendo do atributo do arquivo ou pasta fica até difícil de ler porque as cores se misturam. Na minha opinião, o gnome-terminal só fica bonito e prático com cores escuras ou de alto-contraste, por exemplo : verde ou preto. No exemplo abaixo eu aplico um fundo de preto com letras brancas:

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/gnome-terminal/profiles/Default/background_color" "#000000"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/gnome-terminal/profiles/Default/foreground_color" "#FFFFFF"

Para os ajustes acima funcionarem é preciso desabilitar o uso de “cores do tema” no terminal :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/apps/gnome-terminal/profiles/Default/use_theme_colors" "false"

Ajuste a cor de fundo que lhe seja conveniente com o tema que estiver usando, mas fundos claros realmente desviam a atenção do ‘ls’ e ‘vim’ quando se usa saídas coloridas, o ‘preto’ tem sido a melhor cor de fundo que eu poderia aplicar.

Estabelecendo novas fontes à personalização :

As fontes Liberation são muito boas e recomendo :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/interface/document_font_name" "Liberation Sans 10"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/interface/font_name" "Liberation Sans 10"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/interface/monospace_font_name" "Liberation Mono 10"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/metacity/general/titlebar_font" "Liberation Sans Bold 10"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/nautilus/preferences/desktop_font" "Liberation Sans 10"

Monitores LCD podem ter a exibição das fontes melhoradas :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/font_rendering/antialiasing" "rgba"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/font_rendering/hinting" "full"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/font_rendering/rgba_order" "rgb"

Splashes Screen para o GNOME :

sudo cp /local/onde/estao/os/splashes/* /usr/share/pixmaps/splash

O splash padrão do gnome é um link simbólico em /etc/alternatives/desktop-splash apontando para qualquer arquivo de splash. Ex:

sudo rm -f /etc/alternatives/desktop-splash
sudo ln -s /usr/share/pixmaps/splash/splash/meu-splash-favorito.jpg /etc/alternatives/desktop-splash

Mas ele não é carregado automaticamente a menos que que uma chave do GNOME diga para faze-lo, assim é necessário executar os comandos :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/apps/gnome-session/options/show_splash_screen" "true"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/gnome-session/options/splash_image" "/usr/share/pixmaps/meu-splash-favorito.jpg"

Executando estes dois comandos, o splash escolhido será o padrão a ser usado por novos usuários criados no sistema.

Composite ligado por padrão :

O gerenciador de janelas metacity no Ubuntu Hardy Heron tem suporte a composite nativo, não é necessário usar o compiz. Claro que possuir aceleração gráfica ajuda, pois sem ela, a aceleração por software vai diminuir o desempenho geral do GNOME. Talvez por essa razão o “compositing” é desligado por padrão. Mas voce pode liga-lo no seu LiveCD com o comando :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/apps/metacity/general/compositing_manager" "true"

Antes de acrescentar esse recurso no seu LiveCD, voce poderia experimentar o compositing e se for satisfatório então ligar a opção acima, para experimenta-lo execute :

gconftool-2 --type bool --set "/apps/metacity/general/compositing_manager" "true"

Faça um teste com programas que realmente necessitam de compositing, por exemplo, o cairo-dock. Se for satisfatório então habilite por padrão o composite no seu LiveCD.
Se a máquina já tem o suporte 3D da própria placa e o compiz funciona perfeitamente então não recomendo habilitar o composite do GNOME, pois pode haver um problema ao rodar o compiz. Esse recurso parece ser mais interessante para quem não tem suporte ao compiz.

Atalhos na Área de Desktop :

Algumas pessoas estão mais habituadas a ter os atalhos para : meus locais de rede, pasta pessoal e lixeira. Para ativar estes itens execute :
Ícone do Computador :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/apps/nautilus/desktop/computer_icon_visible" "true"

Ícone da Pasta Pessoal :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/apps/nautilus/desktop/home_icon_visible" "true"

Ícone de Servidores de Rede (Locais de Rede) :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/apps/nautilus/desktop/network_icon_visible" "true"

Ícone da Lixeira :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/apps/nautilus/desktop/trash_icon_visible" "true"

Vale lembrar que esses ícones não são necessários, pois eles existem em forma de applet’s e atalhos comuns no menu do GNOME.

Atalhos no Menu :

Criar um atalho no menu do GNOME é muito fácil, basta criar um arquivo em /usr/share/applications com a extensão .desktop com o conteúdo apropriado, como exemplo, vamos criar dois atalhos para aplicativos que são instalados no Ubuntu, porém alguém esqueceu de criar atalhos para eles, dê um ALT+F2 e execute :

gksu gedit /usr/share/applications/gnomecc.desktop

Neste arquivo, localize a linha :

NoDisplay=true

e troque por :

NoDisplay=false

Salve o arquivo acima e pronto o atalho para o GNOME Control Center aparecerá nome menu do GNOME na seção [Sistema].

O GNOME antes possuia um método para visualizar as fontes instaladas e permitia também que se instalasse novas fontes, no entanto, este aplicativo morreu, embora voce possa ativa-lo como veremos a seguir, ele não instala mais fontes por ele, ele apenas as visualiza e ainda assim se voce informar o caminho para a fonte. Entendendo isso, voce não precisa nem se dar ao trabalho de ativar esse programa, mas se assim mesmo quiser fazê-lo, então repita a operação do passo anterior :

gksu gedit /usr/share/applications/gnome-font-viewer.desktop

Trocando a linha :

NoDisplay=true

por :

NoDisplay=false

E tambem passará a ver um atalho para o Gnome Font Viewer no menu do GNOME.

Modificando as pastas GNOME

Um comportamento do GNOME/Ubuntu para mim é estranho. Nas versões anteriores, os nomes de pastas importantes eram traduzidas, cada qual em seu próprio idioma, por exemplo, a pasta ‘Templates’ chamava-se ‘Modelos’, a pasta ‘Documents’ chamava-se ‘Documentos’ e assim por diante. Mas, vou repetir, mas…a pasta ‘Desktop’ sempre chamou-se ‘Desktop’, a razão disso era óbvia para mim, a área de trabalho dum usuário é mui acessada e demasiadamente comprida sua tradução em diversos idiomas, mas enfim, traduziram ‘Desktop’ para ‘Área de Trabalho’, efeito colateral ? Sim, especialmente para quem usa o terminal :

cd Área\ de\ Trabalho

Toda referencia a ela, dá mais trabalho, seja por causa da acentuação ou seja por causa da barra invertida precedendo os espaços. Além disso, pessoalmente, misturar a acentuação em nome de pastas é algo que me irrita. Podemos corrigir ?
Sim, podemos. Dê um ALT+F2 e execute : gksu gedit /etc/xdg/user-dirs.defaults
Neste arquivo tem a relação de como se chamará as pastas do seu sistema, altere-o conforme sua necessidade. Eu por exemplo, alterei todas deixando-as em minúsculo e sem acentuação, veja :

# Default settings for user directories
#
# The values are relative pathnames from the home directory and
# will be translated on a per-path-element basis into the users locale
DESKTOP=desktop
DOWNLOAD=downloads
TEMPLATES=modelos
PUBLICSHARE=publico
DOCUMENTS=documentos
MUSIC=musicas
PICTURES=imagens
VIDEOS=videos
# Another alternative is:
#MUSIC=Documents/Music
#PICTURES=Documents/Pictures
#VIDEOS=Documents/Videos

Vê ? Essa solução é mamão com açúcar de tanto fácil.
Porém, os nomes de pastas não podem corresponder ao mesmo nome em inglês porque senão ele será traduzido, é o que ocorre com “videos” que se torna “vídeos” (com acentuação). Se voce quer “videos” e não “vídeos”, então terá de conhecer este outro artigo que demonstra uma segunda opção para alterar essas pastas : http://hamacker.wordpress.com/2008/06/26/re-especificando-pastas-especiais-do-gnome/

Nautilus CD Burner :

Tem certas coisas que não fazem sentido para mim, eu ainda não conhecí um gravador de CD/DVD que não tivesse o recurso de burnproof e overburn, então porque cargas d’agua não estão sempre ativados no nautilus ? Para corrigir essa deficiência à sua personalização :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/apps/nautilus-cd-burner/burnproof" "true"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type bool --set "/apps/nautilus-cd-burner/overburn" "true"

Compiz com o cubo com 4 lados :

Não sei porque razão o ‘cubo’ padrão do Ubuntu quando o compiz está ativado tem apenas dois lados, assim ele não é um cubo ! Para corrigir isso na sua nova livecd/dvd execute :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type int --set "/apps/compiz/general/screen0/options/hsize" "4"
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type int --set "/apps/compiz/general/screen0/options/number_of_desktops" "1"

Quando o compiz for ativado terá pelo menos 4 faces do cubo como manda a matemática :)

Instalando extensões globais para o OpenOffice :

Extensões globais são extensões comuns mas quando instaladas pelo usuário root valem para todos os usuários seguintes que forem cadastrados no sistema. Assim, se antes de usar o remastersys você incluir várias extensões globais, o OpenOffice de sua LiveCD/DVD já incluirá prestimosas e uteis extensões. Veja um exemplo :
A extensão “Vero” é um dicionário português-brasileiro que já inclui o novo acordo ortográfico, a url para descarregar a extensão Vero é :

http://www.broffice.org/files/Vero_pt_BR_V204AOC.oxt

Assim vamos descarrega-lo da internet :

wget -vc http://www.broffice.org/files/Vero_pt_BR_V204AOC.oxt

E depois executamos o comando que irá inclui-la dentro do OpenOffice :

/usr/lib/openoffice/program/unopkg add -f --shared Vero_pt_BR_V204AOC.oxt

Dessa forma a extensão será incorporada dentro do OpenOffice.org. Mas atenção : Nem todas as extensões podem ser instaladas desse modo, algumas infelizmente só podem ser instaladas no perfil do usuário, é o caso por exemplo da extensão Cogroo, um util corretor gramatical.

Trocando o ‘media player’ padrão :

Todos sabem, o ‘media player’ padrão do GNOME é o Rhythmbox, isto é, se voce anexar o iPod ao sistema, será com o ‘media player’ padrão do GNOME que verá sua lista de músicas. Mas tantos outros preferem usar outro programa, a solução é simplesmente trocar o ‘media player’ padrão do GNOME por outro, para tanto execute :

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/desktop/gnome/applications/media/exec" "exaile"

Lembrando que “exaile” é apenas um exemplo, você poderá usar o mplayer, vlc ou qualquer outro que tenha preferencia que possa gerenciar mídias anexadas ao sistema. Relembrando que ao usar ‘gconftool-2′ em cima do arquivo /etc/gconf/gconf.xml.defaults, só modificará o padrão do sistema para novos usuários.

Trocando as associações de tipos de arquivos :

Voce saber que se der um duplo clique num arquivo .avi irá assistir o video com o Totem, certo ?
Mas e se você quisesse mudar essa associação, para que ao assistir um arquivo .avi usasse por exemplo o VLC ?
A solução para esse problema, é a mesma solução com a qual você poderá modificar qualquer tipo de associação de arquivo com o seu player preferido. Basta editar o arquivo :

sudo gedit /usr/share/applications/defaults.list

Então procurar o MIME para .avi :

(…)
video/vivo=totem.desktop
video/vnd.divx=totem.desktop
video/vnd.rn-realvideo=totem.desktop
video/vnd.vivo=totem.desktop
video/x-anim=totem.desktop
video/x-avi=totem.desktop
video/x-flc=totem.desktop
video/x-fli=totem.desktop
video/x-flic=totem.desktop
video/x-flv=totem.desktop
(…)

E trocar a ocorrencia “video/x-avi=totem.desktop” por “video/x-avi=vlc.desktop”.
Lembrando que nesse caso, o VLC deverá estar instalado e seu atalho /usr/share/applicarions/vlc.desktop existir. Também o atalho deverá ter a instrução MIME correspondente a “video/x-avi”, ex:

MimeType=video/dv;video/mpeg;video/x-mpeg;video/msvideo;video/quicktime;video/x-anim;video/x-avi;video/x-ms-asf;video/x-ms-wmv;video/x-msvideo;video/x-nsv;video/x-flc;video/x-fli;application/ogg;application/x-ogg;application/x-matroska;audio/x-mp3;audio/x-mpeg;audio/mpeg;audio/x-wav;audio/x-mpegurl;audio/x-scpls;audio/x-m4a;audio/x-ms-asf;audio/x-ms-asx;audio/x-ms-wax;application/vnd.rn-realmedia;audio/x-real-audio;audio/x-pn-realaudio;application/x-flac;audio/x-flac;application/x-shockwave-flash;misc/ultravox;audio/vnd.rn-realaudio;audio/x-pn-aiff;audio/x-pn-au;audio/x-pn-wav;audio/x-pn-windows-acm;image/vnd.rn-realpix;video/vnd.rn-realvideo;audio/x-pn-realaudio-plugin;application/x-extension-mp4;audio/mp4;video/mp4;video/mp4v-es;x-content/video-vcd;x-content/video-svcd;x-content/video-dvd;x-content/audio-cdda;x-content/audio-player;video/x-flv;

Como pode ver, é simples :)

Diretórios não documentados :

Alguns arquivos também são importantes para personalização :

/etc/skel
/etc/gnome
/etc/gconf
/etc/alternatives
/etc/xdg

Mas nesse caso, vou deixar que você faça a sua pesquisa e descobrir para que servem ou como utiliza-los para criar suas personalizações.

Usando o remastersys

Para carregar o remastersys, vá até o menu Sistema->Administração->Remastersys Backup :
Limpando arquivos temporarios prévios

Antes de usar o remastersys é conveniente limpar arquivos temporários criados anteriormente por ele próprio, não é necessário faze-lo da primeira vez, mas é obrigatório nas vezes seguintes, por isso execute a opção destacada na imagem acima chamada de “Clean – Remove temporary files”.
Depois para gerar a imagem do livecd, execute uma das opções do menu :

  • Dist – Como a descrição sugere, ela cria uma distribuição a partir do que você possui instalado e omite propositalmente a partição /home – Ótima para compartilhar sua distro com os amigos
  • Backup – Igual a anterior, mas também copia todos os seus dados que estiverem na partição /home

Fazer o backup da partição /home é útil para ser usada por você em futuras reinstalações ou em LanHouses, porém é muito perigoso andar com arquivos pessoais em CD/DVD. Além disso, o tamanho da imagem será maior dependendo da quantidade de arquivos que já possui em /home, há o risco de que a imagem gerada não caiba em DVD de 4GB ou 8GB (dupla camada). Visto que o remastersys também funciona na linha de comando (veja remastersys --help), eu penso em testar a opção “backup” para fazer backup de servidores, onde normalmente há contas administrativas e contas comuns para emails/samba, etc…, pois num eventual desastre posso recuperar a parte mais básica dum servidor, deixando apenas arquivos criados posteriormente de fora que poderão ser restaurados pelo sistema de backup comum.

Cadê o livecd ?

Após ter executado o comando remastersys com uma das opções dist/backup, o sistema irá reunir todos os arquivos necessários, inclusive instalando novos programas se precisar. Não se anime muito, pois é um processo demorado. Para gerar um livecd de 2,1GB foram quase 30 minutos. E ao final apresentará uma janela com a seguinte mensagem :
Sucesso na geração da imagem livecd
Essa mensagem de saudação é a indicação de que o arquivo .iso foi gerado com sucesso, a saber, ubuntu-hamacker.iso e ubuntu-hamacker.iso.md5 na pasta :

/home/remastersys/remastersys/[nome-da-imagem].iso

Antes de começar a usa-la, o ideal é testa-la num Virtualizador de Máquina, por exemplo, o VirtualBox ou VMWare, ambos os programas permitem usar um arquivo .iso como sendo uma representação de unidade física de leitora CD/DVDROM e com isso você testará não somente o CD/DVD sem precisar queima-lo, mas também o resultado final da instalação. Não é obrigatório testar a imagem .iso num Virtualizador, são raras as vezes que o instalador não consegue completar uma instalação, mas se você já tem um Virtualizador instalado então não há um “porque” de não usa-lo para testar previamente a imagem.

Como queimar o CD/DVD ?

Se você testou sua imagem num Virtualizador e ocorreu tudo como planejado, então agora é a hora de queimar o CD/DVD, feche a máquina virtual antes de prosseguir.
Para gravar você pode usar o próprio GNOME, use o nautilus para navegar até a pasta onde foi gravado o arquivo .iso, geralmente :

/home/remastersys/remastersys/[nome-da-imagem].iso

Então clique com o botão direito do mouse sobre este arquivo e escolha a opção “Gravar em CD/DVD” como na imagem abaixo :
Queimar o cd usando o nautilus
O tempo para queimar um CD/DVD vai demorar de acordo com o tamanho, no entanto, por já estar com um arquivo no formato .iso prontinho, economizará uns 5 minutos !

Efeitos colaterais na LiveCD/DVD recém criada

Não há problemas sérios, mas posso anotar dois incômodos :
1) O ícone chamado “Instalar o sistema no compurador” que normalmente fica na área de trabalho não é exibido, mas ele existe em Sistema->Administração e pode ser usado normalmente para iniciar o procedimento de instalação do LiveCD/DVD para o disco rígido.
2) O arquivo /etc/gdm/gdm.conf-custom simplesmente é removido depois de instalar o LiveCD/DVD, impedindo que voce possa personaliza-lo. Eu corrigo isso da seguinte forma :
Primeiro duplico o arquivo /etc/gdm/gdm.conf-custom como /etc/gdm/gdm.conf-custom.dist :

sudo cp /etc/gdm.conf-custom /etc/gdm/gdm.conf-custom.dist

Assim o arquivo /etc/gdm/gdm.conf-custom.dist irá existir dentro da LiveCD/DVD, agora basta um comandinho para que na primeira execução depois da instalação este arquivo possa ser duplicado novamente, mas dessa vez como /etc/gdm.conf-custom. Este é o truque. Para executar o truque, edito o arquivo /etc/rc.local e acrescento as seguintes linhas antes “exit 0;” :

if [ -f /etc/gdm/gdm.conf-custom.dist ] ; then
mv /etc/gdm/gdm.conf-custom /etc/gdm/gdm.conf-custom.old
mv /etc/gdm/gdm.conf-custom.dist /etc/gdm/gdm.conf-custom
fi

Essas linhas acrescentadas no /etc/rc.local devem precedir a criação do LiveCD/DVD, pois se voce inclui-las e então reinicar o computador sem a criação do LiveCD/DVD, notará que o arquivo /etc/gdm/gdm.conf-custom.dist sumirá e terá de repetir a duplicação dele novamente :

sudo cp /etc/gdm.conf-custom /etc/gdm/gdm.conf-custom.dist

Assim o GDM estará personalizado. Visto que o GDM é iniciado antes do arquivo /etc/rc.local, o tema do GDM só funcionará do segundo boot em diante.

Não há outros bugs que eu possa relatar, o LiveCD/DVD é como qualquer outro do Ubuntu.

Referencias

https://help.ubuntu.com/community/LiveCDCustomization?action=show&redirect=LiveCDCustomization%2F6.06

Conclusão

Atualizando meu sistema com o que há de mais recente nos repositórios, aplicando o inteiro guia “Ubuntu Paradise” , acrescentando muitos temas, papeis de parede, todas as ferramentas de compilação e geração de pacotes que normalmente utilizo nos meus artigos, eu consegui criar um arquivo .iso de 2,1GB usando a opção “dist”. Fico até pensando no que vou ter que me esforçar para preencher um DVD que cabe 4.4GB.

O remastersys é um programa para criar um livecd personalizado, geralmente para compartilhar com os amigos. Não é porque você criou um livecd “boladão” que deve-se se achar no dever de inaugurar uma nova distro com o seu nome. Se compartilhar um livecd personalizado com os amigos diga que é um “Ubuntu 8.04 personalizado”.

60 Comentários »

  1. Hamacker,

    Como esse cd ou dvd personalizado do ubuntu posso instalar uma maquina do zero ou utilizar como disastre recover de instalacao ?

    Comentário por Leandro Costa — 18 de Julho de 2008 @ 9:52 | Responder

  2. Poderá utilizar das duas formas. Incluindo a de backup, onde até mesmo seus arquivos pessoais são enviados para o DVD.

    Comentário por hamacker — 18 de Julho de 2008 @ 9:57 | Responder

  3. [...] Criando seu próprio LiveCD Ubuntu Arquivado em: GNU/Linux, ubuntu — hamacker @ 15:49 Esse artigo foi atualizado e encontra-se na seguinte página : http://hamacker.wordpress.com/criando-seu-livecddvd-com-o-remastersys/ [...]

    Pingback por Criando seu próprio LiveCD Ubuntu « Hamacker’s Palace — 22 de Julho de 2008 @ 14:29 | Responder

  4. É possivel utiliza-lo no Kubuntu?

    Comentário por Fabio — 24 de Julho de 2008 @ 11:43 | Responder

  5. Prezados amigos;
    Gostaria de saber se esse programa Remastersys, pode ser usado no Debian, pois se for possível MEUS PROBLEMAS ACABARAM. Gostaria de saber também, se os comando aqui apresentados são os mesmos para o Debian?
    Certo de receber notícias dos amigos, disponibilizo meu e-mail e MSN: informatica.aggc@gmail.com; encerro desejando a todos muitas felicidades e sucesso. Um grande abraço do amigo Valmor Teles.

    Comentário por Teles — 11 de Agosto de 2008 @ 10:20 | Responder

  6. Ótimo post…
    Tenho uma dúvida cruel…

    Pode ser usado em quais distros, e reforçando a pergunta do amigo acima pode ser usado no KUBUNTU?

    Valeu

    Comentário por Andre - Curitiba — 10 de Setembro de 2008 @ 14:50 | Responder

  7. não esta gerando iso para gravar no dvd
    só diz que pode gravar no cd
    o programa reconhece como iso de cd

    tem 800 mb de iso

    Comentário por ronaldo — 11 de Setembro de 2008 @ 23:00 | Responder

  8. Eu acabei de remartarsyrizar o Ubuntu Hardy 8.04.1 pela segunda vez, sendo que agora no modo “Custombackup”, com 1,5 GB da dados. A primeira vez eu fiz no modo “Dist” com apenas 900 MB. Queimei em mídia DVD-RW em apenas 4 minutos pelo nautilus mesmo. Foi um verdadeiro “mamão com açúcar” e recomendo a todos que queiram construir seu Live/DVD.

    Gde abraço.

    Evandro.(Marcopolo)

    Comentário por Evandro Mulatinho — 27 de Setembro de 2008 @ 16:45 | Responder

  9. [...] inicializar nosso sistema personalizado em outro computador sem precisar instalar tudo novamente. Criando seu livecd/dvd com [...]

    Pingback por BrSeek » Como criar nosso próprio cd de instalação do ubuntu. — 12 de Outubro de 2008 @ 19:59 | Responder

  10. Parabéns pelo tutorial, esta inteligível mesmo para leigos como eu, funcionou 100%.

    Comentário por Sérgio Luiz — 22 de Outubro de 2008 @ 23:21 | Responder

  11. Cara, isso vai ser uma mão na roda.
    Estou testando o Ubuntu no trabalho eu uma maquina virtual. Aqui a conexão é absurdo mas em casa é muuuiiiito lenta. Assim vou gerar uma remaster e instalar em casa sem precisar passar pela parte da instalação de codecs e coisa e tal.
    Muito Obrigado novamente.

    Comentário por douglasmakubex — 31 de Outubro de 2008 @ 9:45 | Responder

  12. tem como criar uma versão tipo alternate ou somente o live cd? se sim o que mudaria?

    Comentário por bruno — 2 de Novembro de 2008 @ 21:38 | Responder

  13. 0lá muito bom este artigo, por favor me reponda por emeil eu fiz um beckap competo com remastersys, porem no live cd remastersys a impressora funcionou legau após a instalação do sitema a impressora não ativa mais e erro no cups ja tentei de tudo e não consigo instalar hp psc 1200 e nem a hp officejet 4300 ja fis outro cópia remastersys beckap e nada da impressora funcionar porem o resto legau tudo funcionando. o que fazer? me ajuda.

    Comentário por reinaldo — 10 de Novembro de 2008 @ 21:33 | Responder

  14. Olá está jóia o remastersys, tudo funciona perfeito, só uma coisa não a impressora esta em branco e está dando erro no cups não tem como configurar impressora já fiz de tudo ao meu alcance impressora hp 4300 e psc1200, o que eu faço?

    Comentário por Reinaldo Dias — 12 de Novembro de 2008 @ 13:49 | Responder

  15. Hamacker, eu tentei aqui com o Intrepid, tanto no modo backup e dist,, mas não deu certo. A pasta é criada no diretório indicado mas o arquivo .iso não aparece. Ao terminar o resmaster, dá um aviso em inglês, maseu não captei nada para lhe reportar.

    Gde abraço.

    marcopolo.

    Comentário por Marcopolo — 15 de Novembro de 2008 @ 19:29 | Responder

  16. [...] nova “distro” a partir do que ja foi aplicado e não rodar o script novamente. Talvez o artigo que escreví sobre o remastersys tenha assustado muita gente, pois pensei-o com muitos detalhes para quem vai remixar uma nova [...]

    Pingback por O`Ubuntu Perfeito` alterado - de novo #2 « Hamacker’s Palace — 17 de Novembro de 2008 @ 11:34 | Responder

  17. Acabei de testar no Xubuntu 8.10, funcionou perfeitamente. Esse remastersys vai me poupar muito trabalho caso algo dê errado no meu sistema! :D

    Comentário por Human Being — 8 de Dezembro de 2008 @ 22:42 | Responder

  18. Ficou faltando uma coisa neste tutorial: como incluir um programa pré-compilado ou não-compilado, baixado em formato .tar.gz, no remastersys. Eu gostaria muito de incluir o 3D Slicer na remasterização, mas não sei onde colocá-lo e como integrá-lo ao sistema. :P

    Comentário por Human Being — 9 de Dezembro de 2008 @ 22:59 | Responder

  19. por favor me ajude sumiuas pastas da area de trabalho e nao consigo acessar nada em meus documentos estou arrastando para a area dtrabalho e ela volta. e acusou o seguinte erro .Um erro ocorreu ao carregar ou salvar configurações para gnome-panel. Algumas de suas preferências podem não funcionar corretamente.

    Comentário por magno — 13 de Dezembro de 2008 @ 9:38 | Responder

  20. [...] Informações de como utilizar o remastersys pode ser encontrado AQUI. [...]

    Pingback por Criando um Live CD/DVD da Instalação do [K]ubuntu « Acarajé Turbinado — 5 de Janeiro de 2009 @ 21:50 | Responder

  21. [...] – Pesquisa Google Alguns resultados que selecionei: Linux: Criando LiveCD do Debian [Dica] Criando seu livecd/dvd com o remastersys Hamackers Palace At mais __________________ Magnun Leno CISCO CCNA: CSCO10991731 e-mail: [...]

    Pingback por Live CD do Debian customizado - Under-Linux.org — 14 de Janeiro de 2009 @ 6:34 | Responder

  22. Não tenho paciência de fazer tudo isso Hamacker, vc tem ai um live CD pronto com todas essas modificações?
    Bem que podia liberar pra gente essa imagem ISO.

    Comentário por Eder Clauber — 20 de Janeiro de 2009 @ 14:31 | Responder

  23. Oi, gostaria de saber se ocorreu algum problema depois de gerar o .iso?
    Tentei testar no virtualbox e inicia normalmente o ‘boot’ mas depois do splash a tela fica toda preta como se estivesse no terminal, e nada alem disso acontece.

    Comentário por Luana — 2 de Março de 2009 @ 16:39 | Responder

  24. olá pessoal.
    estou com problemas no remastersys.
    eu faço todo o procedimento e quando chega na hora de criar o .iso
    ele não cria.
    a pagina preta feixa automaticamente e depois vem uma seguite mensagem.
    tipo como se não ia caber em uma midia o arquivo .iso
    não tenho nem 3g de coisas instalado.
    alguem ai tem a solução?
    ja desinstalei fiz de tudo relacionado ao programa.
    obrigado.

    Comentário por invaderjiks — 2 de Março de 2009 @ 19:48 | Responder

  25. Gostei do tutorial muito bom so queria seber mais alguma coisa:
    não da pra mudar as cores padrão do ubuntu não? tipo quele salmão q fica até o gdm ser carregado?

    Comentário por Fred — 13 de Março de 2009 @ 13:48 | Responder

  26. Sempre usei ok. Então instalei o virtualbox conforme o guia, ele fez: initramfs update
    grub update
    kernel update
    Depois disso a imagem gerada no remastersys ao dar boot entra na tela initramfs e para ai. Alguma sugestão?
    Obrigada.

    Comentário por Luciana — 27 de Março de 2009 @ 18:57 | Responder

  27. Antes de qualquer coisa, gostaria de parabenizar o autor pelo tutorial…de muita utilidade!!!
    Aproveitando, gostaria de tirar umas dúvidas!
    Tem como deixar personalizado a tela de bootscreen?
    Conhece algum modo de criar esse tipo de tela para o Ubuntu?

    Comentário por Franklin — 28 de Março de 2009 @ 3:02 | Responder

  28. Parabéns pelo tutorial!
    É de grande utilidade.
    Já quebrou um baita galho pra mim!!!

    mas uma dúvida. Há como utilizar o remastersys com outras distros?!
    CentOS que é baseado em RedHat??
    Se não, teria algum outro software semelhante ao remastersys?!

    estou precisando muito fazer um backup do meu sistema
    centOS 5.2

    Comentário por Ricardo — 3 de Abril de 2009 @ 8:22 | Responder

  29. Pra mim que formato todos os dias meu pc em busca de configurar meu driver de video vai ser otimo..

    Comentário por Alex — 28 de Abril de 2009 @ 8:22 | Responder

  30. perfeitoooooo!!!!!

    Comentário por Edivan Teixeira — 5 de Maio de 2009 @ 3:37 | Responder

  31. [...] dicas para ‘remasterizar’ voce encontra neste link. Comentários [...]

    Pingback por Arquivo .ISO do Ubuntu 9.04 já com o script Ubuntu Perfeito aplicado « Hamacker’s Palace — 7 de Maio de 2009 @ 17:01 | Responder

  32. [...] (rimou) deixando a instalação pronta para ser usada plenamente e depois de tudo isso gerou um Live-DVD e colocou a disposição para ser feito o download. Conclusão se você não tem como ficar [...]

    Pingback por Ubuntu 9.04, com tudo que se tem direito. « O Seo Messias — 19 de Maio de 2009 @ 16:08 | Responder

  33. Gostaria de saber se o Remastersys faz um backup geral do ubuntu, e se a pasta home tiver mais 10gigas, ele quebra em várias imagem isos?

    Comentário por Jerônimo Alves — 22 de Maio de 2009 @ 7:10 | Responder

  34. [...] dicas para ‘remasterizar’ você encontra neste link. Comentários [...]

    Pingback por Ubuntu Perfeito com .ISO já aplicado – nova atualização. « Hamacker’s Palace — 24 de Maio de 2009 @ 14:16 | Responder

  35. Caro Amigo, parabéns pelo tutorial. Gostaria de saber se existe alguma limitacão no tamanho da ISO, pois gerei uma com 2.5GB e na hora da instalacao ocorre um erro (Erro=5 – erro de leitura). Removi meus arquivos de dados e apos gerar a nova ISO, ficou com 1.7GB, ai a instalacao ocorreu sem problemas. A falha na instalacao, ocorreu com duas mídias que gravei e com dois ISO diferentes que gerei no remastersys e que testei no Virtualbox.

    Comentário por Sergio Murilo — 25 de Maio de 2009 @ 14:29 | Responder

  36. @Sergio Murilo,

    Quanto maior for o disco, maior será o tempo de descompressão ao tansferir dados, só isso. Já presenciei gravadoras que uma mídia de 3G de dados funcionaram sem problemas, mas que em outras gravadores davam essa mensagem de erro.

    Não sei se o problema é timeout, ou há uma limitação 32bits neles, pois curiosamente alguns filesystem 32bits falham com massa de dados superiores a 2G.

    Comentário por hamacker — 25 de Maio de 2009 @ 15:46 | Responder

  37. Amigos tenho uma gostaria de saber se consigo deixar um botão iniciar (exemplo) no lugar do icone padrão do ubuntu

    Comentário por Wylly — 27 de Maio de 2009 @ 9:51 | Responder

  38. Bom dia Amigos tenho mais uma duvida tem como gerar um livecd do ubuntu-studio, por que as tentativas que fiz não deram muito certo, aconteceu o seguinte quando gerei meu live dvd do ubuntustudio com o Remastersys ele gera a ISO porém não consigo subi-lo como live só da pra fazer a instalação.

    Comentário por Wylly — 28 de Maio de 2009 @ 9:49 | Responder

  39. Bom Dia !

    Primeiramente, parabens pelo excelente artigo.
    Estou customizando uma instalação do Ubuntu 9.04 e gostaria de saber alguns truques:

    Eu personalizei os paineis onde coloquei os icones dos programas mais utilizados e queria saber se quando eu fizer a remasterização ele vai criar a nova iso mantendo essas personalizções ou vai colocar o padrao anterior do ubuntu.

    O que preciso modificar para que os paineis que customizei fiquem identicos na nova instalacao?

    Obrigado

    Alexandre

    Comentário por Alexandre — 23 de Junho de 2009 @ 20:50 | Responder

  40. [...] do viva o Linux, você encontra um passo-a-passo para criação de um LiveCD com o Reconstructor. Aqui um passo-a-passo com o Remastersys. [...]

    Pingback por Criando um LiveCD personalizado « Linux Blog — 4 de Julho de 2009 @ 8:52 | Responder

  41. Caro Hamacker,

    Em primeiro lugar este tutorial é uma coisa espectacular, mesmo 5*. Mas tirando isso, gostaria de saber se dá para mudar a imagem de apresentação do boot menu. Ou aparece em preto ou aaprece em Grub, não é possível alterar? Sei que o formato do boot_screen é .pcx.
    Bem esta pergunta foi para o Hamacker, mas se alguem puder saber explicar agradeço.

    Cumprimentos

    Comentário por Alberto — 15 de Julho de 2009 @ 14:29 | Responder

  42. Existem 3 splashs num sistema:

    O splash de Boot no GRUB
    O splash de Boot na detecção
    O splash do KDM ou GDM

    Para o splash do grub: Basta colocar uma imagem compactada padrão .xpm.gz na pasta /boot/grub/splashimages e setar no /boot/grub/menu.list. ( tudo isto pode ser feito pelo startupmanager )
    Para o boot na inicialização : É necessário compilar uma imagem para .so e dispor ela na pasta de usplash por ex.( estou criando um script para automatizar estes procedimentos todos de conversão , adequação e compilação de uma imagem. )
    Para o splash do kdn ou gdm : Mais fácil ainda, usem o ubuntu-tweak, la vc escolhe a sua imagem…..

    Como sempre, parabens a este tuturial e a todos os interessados…

    atenciosamente…

    SuporteTecnicoID

    Comentário por SuporteTecnicoID — 16 de Julho de 2009 @ 9:14 | Responder

    • Caro SuporteTecnicoID,

      Antes de mais, gostaria de agradecer pela resposta que forneceu. A imagem que eu tava a referir é aquela que apresenta por defeito numa versão ubuntu em que indica o utilizador a língua a escolher, como também a opção de arrancar pelo CDouDVD sem a instalação. Eu quero mudar essa imagem mas pelo remaster até a dat não vi nada. É possível esta alteração? Relativamente ao usplash (O splash de Boot na detecção), vi muitos a criarem a partir do splashy mas não vi ainda com o código em que apenas mudamos as resoluções como também a imagem em si.

      Mais uma vez obrigado, cumprimentos.

      Comentário por Alberto — 16 de Julho de 2009 @ 9:22 | Responder

  43. Sim, no caso desta imagem , basta colocar uma imagem no formato .xpm.gz dentro da pasta /home/remastersys/remastersys/ISOTMP/boot/ por exemplo:

    http://indexdata.com.br/Linux/ResuLinux/temas/Grub-Imagens.tar.gz

    Estas são algumas,,,mas existem centenas de outras,,,no entanto ,,,eu mesmo….uso qualquer imagem e somente as converto para .xpm e as compacto para .xpm.gz e colocando-a dentro desta pasta , ao finalizar o remastersys, ele ira ler automaticamente ela nesta posição.

    Comentário por SuporteTecnicoID — 16 de Julho de 2009 @ 10:08 | Responder

    • ola amigo, eu sempre leio e releio esse post do remarkesys e sinceramente ainda nao consegui fazer minha distro. na verdade eu nem mexo em tanta coisa, apenas instalo o ubunto 9.04, desinstalo alguns programas e acrescento mais 9 programas. apenas isso e quando vou gerar a distro aparece ao final de que a imagem é gigante demais, ora como assim? ai saio esvaziando os temps, os apts de pacotes e mesmo assim nao funciona e o pior é que alguns programas que estavam instalados, nao estao mais. Lembro que faço tb a copia do meu home para o skel para manter uma copia para novos usuarios mas mesmo assim nao tem nada nos diretorios. se alguem puder me ajudar agradeço.

      Comentário por enegresco — 26 de Julho de 2009 @ 23:25 | Responder

  44. De uma lida no log que resulta quando o remastersys termina , nele vc vera que não é o tamanho……e sim, talvez algo que vc esteja mudando a nivel de nomes,,,,ele tem varios limites de caracteres,,,e pode ser isto,,,,mas no log que é criado na pasta do remasterys vc vera logo no final dele o que esta impedindo a criação……

    o logo fica dentro da pasta do remastersys, em :

    /home/remastersys/remastersys

    poste aqui o conteudo e veremos juntos…..acabei de fazer mais uns 10 remasters com o novo KDuXP e o Novo KDuVista…..hehe, muito bom…..

    Comentário por SuporteTecnicoID — 27 de Julho de 2009 @ 2:20 | Responder

  45. Funciona 10, fiz um remaster do meu adorado ubuntu 9.04 e fufa que é uma beleza, agora o medo de perder o ubuntu, por qualquer problema sumiu….hehehehe
    ainda de quebra tiro maior sarro do ruwindos,,, eles não tem nada parecido, e tem que pagar maior grana pra ter uma tela azul e uma pá de víruz…só tem dor de cabeça, e pago ainda…pagar pra sifu..é coisa de mulher de bandido….

    hehehehe…viva o linux e a liberdade de ter e não pagar…..hehehehe…chupa ruiwindows…

    Comentário por josef — 29 de Julho de 2009 @ 19:56 | Responder

  46. Olá amigos,

    Seria possível o uso do remastersys em um servidor Debian onde não existe
    ambiente gráfico instalado? Caso negativo, alguma ferramente semelhante?
    Tem servidores que dá um trabalhão pra configurar e isso aí seria uma mão na roda
    na hora de fazer mais de um com configuração igual.

    []s

    Maikel Pedroso
    maikel80 em gmail.com

    Comentário por Maikel — 4 de Agosto de 2009 @ 19:13 | Responder

  47. No caso de Servidores, o melhor recurso é clonar uma imagem inteira dele, usando o SAVEPART ou o HDclone, ou ainda o Acronis ( poderosa ferramenta, melhor do que o Ghost ), no entanto na linha de remasters, sim existem varios capazes de fazer o mesmo que o remastersys, porem não tão facil quanto, embora o remastersys seja um script ( linha de comando ) remastersys backup

    atenciosamente…

    SuporteTecnicoID

    Comentário por SuporteTecnicoID — 4 de Agosto de 2009 @ 19:27 | Responder

  48. Olá amigos, sempre ouço dizer que o Linux por ser um sistema seguro nao precisa instalar anti-virus e que até nao existe virus pra linux porem a propria pagina do superdownloads.com.br/linux tem um monte de programas anti-virus, malwares, rootikits (?), keylogs… voltado pra linux. Estaria entao o Linux ameaçado a ter estas pragas? Se nao ha perigo pq existem essas ferramentas? Eu tenho prazer em acessar o banco apartir do linux sem preocupação, agora ja nao sei mais.
    Grato.

    Comentário por enegresco — 5 de Agosto de 2009 @ 7:42 | Responder

  49. Estou com um probleminha chato no 9.04.
    Retirei o Grub e instalei o grub-gfxboot. Depois que fiz isso percebi que o nome do sistema, no menu.lst, de “Ubuntu 9.04″ virou “Debian GNU/Linux”. Mesmo que eu edite manualmente o arquivo, toda vez que faço um update-grub, ele volta a colocar esse nome.
    Até aí nada de tão inconveniente. O problema é que quando eu faço uma remasterização, depois de instalado o sistema fica sem usplash. Ao invés, fica aquela tela preta com um monte de letras brancas passando.
    Alguém já passou por essa experiência e conseguiu corrigir?

    Comentário por Filipo Tardim — 11 de Agosto de 2009 @ 20:07 | Responder

  50. SuporteTecnicoID,

    estou com problema o remastersys cria uma imagem de 24 Kib.
    no final do log aparece:
    genisoimage: Uh oh, I cant find the boot image ‘isolinux/isolinux.bin’ !

    obrigado,

    erasmo

    Comentário por erasmo — 15 de Setembro de 2009 @ 22:00 | Responder

  51. SuporteTecnicoID,

    aconteceu a mesma coisa.

    Comentário por erasmo — 16 de Setembro de 2009 @ 20:52 | Responder

  52. defina a distro que esta sendo usada……
    defina o tamanho dos arquivos que estão sendo criados para o remastersys….
    mostre seu log inteiro, pois o remastersys não esta achando a pasta /boot onde esta o isolinux…..

    Comentário por SuporteTecnicoID — 17 de Setembro de 2009 @ 11:52 | Responder

  53. SuporteTecnicoID,

    eu instalei o BIG5, a primeira tentativa foi bem.
    eu fiz modificações vamos ver….

    obrigado,

    erasmo

    Comentário por erasmo — 20 de Setembro de 2009 @ 20:56 | Responder

  54. [...] Corrigindo bug wicd no Remastersys – Ubuntu Para quem não conhece o Remastersys é um software que transforma a distribuição que está instalada no seu computador, em um LiveCD, quem quiser se aventurar por esse mundo acesse esse link do Hamacker. [...]

    Pingback por Corrigindo bug wicd no Remastersys – Ubuntu « Linux Livre — 23 de Outubro de 2009 @ 15:50 | Responder

  55. Caro amigo, até consegui criar a .iso do Ubuntu 9.10 e do Big Linux 5 Alpha 3, porém nenhuma delas rodou, a primeira tentativa com o Ubuntu acusou a falta do “Casper”ou algo parecido, posteriormente com a .iso do Big Linux 5A3 (Quando substituí para Grub) está acusando erro 15 e fica na tela de boot. Instalei o Module-assistant e alguns arquivos Aufs e Squashfs, e quando dentro do Module-assistant chego na opção Build e tento marcar a opção squashfs este reporta que devo alterar a source.list, mas pesquisando descobri que o squashfs está limitado ao kernel 2.26.30, e como ambos os sistemas que pretendo criar um remaster estão com a versão 2.26.31 do kernel, pergunto se é possível criar uma .iso funcional destes sistemas, quais os arquivos que devo ter para realmente criar a .iso funcional,pois o Remastersys pelo que vi até agora aparenta estar incompleto(Optei pela segunda opção – dist), e funciona parcialmente, excluindo os arquivos necessários para boot?

    Comentário por Ronaldo Rocha — 3 de Novembro de 2009 @ 1:45 | Responder

  56. O KDuXPv1.95x ja saira com o karmic koala como base, pois esta em testes e funcionando bem,,,,,no entanto sinto dizer que lastimavelmente as drásticas mudanças na estrutura do karmic nos forçam a fazer alguns workarounds para poder ter sucesso tanto no remaster criator quanto no real boot, após a geração do .iso,,,,,e pior, por este motivo anterior, ainda temos de voltar ao que era sem os workarounds e ai sim o sistema funciona , boota e etc…..alem disto sei la como a canonical liberou o karmic parece uma jogada de marketing, pois ele tem umas falhas que me surpreenderam….como a identificação física de drivers HD secundarias e pendrivers, na linha de endereços do nautilus, que aparece assim….

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    /media/5873465387456230845628346287346

    atenciosamente…

    SuporteTecnicoID
    http://www.linuxkduxp.com

    Comentário por SuporteTecnicoID — 3 de Novembro de 2009 @ 23:28 | Responder

  57. [...] inicializar nosso sistema personalizado em outro computador sem precisar instalar tudo novamente. Criando seu livecd/dvd com [...]

    Pingback por BrSeek | Como criar nosso próprio cd de instalação do ubuntu. — 6 de Novembro de 2009 @ 23:06 | Responder


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