Hamacker’s Palace

31 de Março de 2008

BrOffice 2.4, quando ?

Arquivado em: GNU/Linux — hamacker @ 18:29

Parece demorar um pouco o release oficial, porém o último RC, isto é, o último candidato a versão final, ainda está disponível para ser baixado e isso poderá satisfazer aos mais apressadinhos.  Onde encontramos o último RC ?

Oras, aqui :

ftp://www.broffice.org/stable/2.4.0/

Estes arquivos entitulam-se RC, a qual você não poderia puxar diretamente da página oficial.

Claro que podem haver riscos em usar um RC, no entanto, provavelmente esse último RC será a versão final a ser anunciada.

24 de Março de 2008

Tornando extensões para FireFox2 compátiveis com FireFox3 “na marra”.

Arquivado em: GNU/Linux — hamacker @ 14:37

No artigo anterior eu demonstrei como instalar o FireFox 3 (FF3) manualmente e citei algumas extensões que considero importante para o dia-a-dia. No entanto, havia falado também da falta de compatibilidade do FF3 com as extensões desenvolvidas principalmente para o FF2 e que este é um problema temporário, afinal a maioria dos programadores não estão interessados em lançar seus produtos para rodar em versões alfa ou beta de qualquer navegador. Mas devido a utilidade de algumas extensões é difícil viver sem elas, não ?

Para os mais apressadinhos há um jeito de tornar compatível verbalmente qualquer extensão no FF com futuras versões, este “verbalmente” refere-se a um método que burla a conferencia de versão dessas extensões e elas passam a ser instaladas, na maioria das vezes funcionando perfeitamente. Para demonstrar como fazer isso, vou usar como exemplo a instalação da extensão ScreenGrab, que só funciona até a versão alfa1 do FF3 e faremos ela funcionar neste último BETA.

Eis o passo-a-passo para tornar qualquer extensão compatível com FF3 :

1) Faça o download da extensão, para conseguir isso você terá de usar o “Salvar Como” do navegador ao invés de simplesmente tentar abrir o link diretamente.

Por exemplo, para baixar o componente ScreenGrab tive de ir até a página http://www.screengrab.org/home/download e optar pelo “Salvar como” no link que faria a instalação da extensão :

Salvar como

2) O arquivo a ser baixado terá a extensão “.xpi” que é um arquivo compactado, não sei bem que tipo de compactação é essa, no entanto, sei que o FileRoller que já vem instalado no GNOME é capaz de manipula-lo. o FileRoller é um gerenciador de pacotes ou arquivos compactados para o GNOME. Vamos usa-lo para abrir o arquivo install.rdf que encontra-se dentro do screengrab_v0.93.xpi (daqui em diante apenas screengrab.xpi) . Voce não pode simplesmente extrair todos os arquivos e compactar novamente, você deverá abrir o screengrab.xpi e puxar apenas o install.rdf para fora desse pacote. Exemplo :

Abrindo o arquivo .xpi com o fileroller

Agora arraste o arquivo install.rdf para fora do pacote, por exemplo, arrastando para sua Área de Trabalho :

Arrastando o install.rdf para a área de trabalho

3) Agora experimente editar o install.rdf com o editor de textos gedit (ou outro de sua preferencia).

Procure pela linha contendo a sentença “<em:maxVersion>99.99</em:maxVersion>”. É essa sentença que indica qual a versão máxima do FF com que esta extensão será compatível. Altere o 99.99 pela versão mais desejada do Firefox, exemplo :

Modificando o install.rdf

No exemplo acima estou tornando o  screengrab compatível com o FF até a versão 3.1 que sequer foi lançada. Muitas versões adiante é bom para não ter que re-edita-las novamente tão breve. Após editar o arquivo install.rdf e salvar as modificações é hora de arrastar esse arquivo novamente para dentro do pacote screengrab.xpi. Exemplo :

Arrastando o install.rdf para dentro do pacote .xpi

Você completou a edição do pacote screengrab.xpi e já pode fechar o FileRoller.

4) Para instalar o pacote  screengrab.xpi, carregue o FF3 e vá até o menu  “Arquivo->Abrir aquivo…” e selecione o arquivo screengrab.xpi  e em seguida surgirá a seguinte tela :

Instalando a extensão .xpi

Clique em “Instalar agora”  e …

Instalação da extensão .xpi finalizada.

…Pronto ! Extensão agora funcional no FF3.

E quando dá pau ?

Se a instalação de alguma extensão tornou o Firefox instável, você precisará remove-la, como ? Execute no terminal :

/caminho/para/o/firefox3/firefox  -safe-mode

A opção “-safe-mode” tornará possível executa-lo no modo de segurança, onde as extensões ficam desabilitadas possibilitando  remove-las.

Conclusões :

Espero que tenha entendido que o screengrab é apenas um exemplo, você pode fazer isso com qualquer extensão, no entanto, esse método não garante que qualquer extensão funcionará perfeitamente, embora tenha tido sucesso com todas as que experimentei.

Se você não tem o FileRoller instalado, ou se tem, mas ele não reconhece a extensão .xpi talvez você devesse ver o artigo Ubuntu Paradise.

19 de Março de 2008

RIP : Arthur C. Clarke

Arquivado em: GNU/Linux, Geral, ubuntu — hamacker @ 14:37

Eu não sou darwiniano, sou criacionista, mas nem por isso desmereço àqueles que pensam contrário a mim ou obras desenvolvidas com o mesmo efeito.
Com a morte de Arthur C. Clarke, uma fonte de inspiração na área de ficção cientifica, recomendo uma leitura dum artigo aprazível com o título “A Banda Sonora do Cosmos” publicado no sítio Bitaites. Este artigo analisa um dos títulos mais conhecidos de Arthur Clarke que tornou-se um filme clássico de ficção ciêntifica : 2001 - Uma odisséia no espaço, de Stanley Kubrick.

Segue o Link :
http://bitaites.org/reedicoes/bau-das-recordacoes-a-banda-sonora-do-cosmos

18 de Março de 2008

Firefox3 : Como Instalar manualmente e incrementa-lo.

Arquivado em: GNU/Linux, ubuntu — hamacker @ 17:33

Já tenho usado o Firefox 3 desde o beta 3 e não tenho tido problemas. Para mim, já tem sido estável o suficiente para utiliza-lo no lugar do Firefox 2. As vantagens são muitas e não vou perder tempo falando de cada uma delas, as mais vantajosas são : menor consumo de memória e velocidade mais rápida para carregar páginas.

Eu ainda não achei um repositório confiável para baixar uma versão empacotada do Firefox3, de modo que a instalação será manual mesmo. Como de praxe, eis o passo-a-passo :

1) Baixe a ultima versão do Firefox3 beta disponível, visite a página :

http://www.mozilla.com/en-US/firefox/all-beta.html

No link acima você pode escolher a versão para linux e idioma português. Salve o download numa pasta bem acessivel, pois voce precisará acessa-la do terminal, por exemplo, /tmp.

2) No ambiente gnome dê um ALT+F2 e execute “gksu gnome-terminal”, em outros ambientes basta abrir o terminal e executar o comando “su -”.

3) Estando agora no terminal, siga a seqüência de comandos :

cd /tmp

tar jxvf firefox-3.0b4.tar.bz

mv firefox  firefox3

mv firefox3 /usr/share

A pasta /tmp é a suposta pasta onde voce salvou o download do Firefox3.

4) Seguindo os passos acima voce terá criado /usr/share/firefox3 com toda a instalação necessária. No entanto, os plugins do Firefox2 instalados podem [e devem]  ser reaproveitados :

cd /usr/share/firefox3

mv plugins  plugins.old

ln -s /usr/lib/firefox/plugins

5) Após os plugins estarem sendo reaproveitados é hora de criar um atalho para o Firefox 3, ainda no terminal execute “gedit /usr/share/applications/firefox3.desktop” (ou outro editor de sua preferencia) e em seguida você deverá colar o seguinte texto :

[Desktop Entry]
Encoding=UTF-8
Name=Firefox 3 Web Browser
Comment=Browse the World Wide Web
GenericName=Web Browser
Exec=/usr/share/firefox3/firefox %u
Terminal=false
X-MultipleArgs=false
Type=Application
Icon=firefox.png
Categories=Application;Network;
MimeType=text/html;text/xml;application/xhtml+xml;application/xml;application/vnd.mozilla.xul+xml;application/rss+xml;application/rdf+xml;image/gif;image/jpeg;image/png
StartupWMClass=Firefox-bin
StartupNotify=true

Salve o arquivo e saia do editor.

6) Pronto ! A instalação do Firefox está completa. Com alguns cuidados você pode seguir o passo-a-passo acima e instalar o Firefox em sua pasta pessoal (no seu $HOME), a vantagem desse procedimento é poder contar com as atualizações automáticas do Firefox. Alguns screenshots :

Meu blog Br-Linux Globo.com

Incrementando a instalação do Firefox :

Recomendo a instalação das seguintes extensões para o Firefox 3 :

Fission - Uma barra de progresso unificada com a barra de URL. Imita o funcionamento da barra de progresso do Web Browser Safari.

Flashblock - O único método que eu conheço para bloquear as animações em flash que flutuam na página atrapalhando a leitura.

ScreenGrab - Basicamente o que ele faz é salvar a página inteira num único arquivo no formato jpeg ou png. Ele é um belo facilitador quando a página de internet não está normatizada para impressão. Essa extensão já me salvou várias vezes. Infelizmente, a versão atual do ScreenGrab só é compátivel com o Firefox3 até o beta3, mas isso é temporario.

Hide Menubar - As vezes, falta espaço na tela para tanto conteúdo HTML. Com essa extensão a barra de menu inteira do FF ficará oculta e só será vista quando teclar ALT. A primeira vista você pode achar essa extensão inútil, mas para quem é “harduser” em FF é um alívio poder contar um espacinho a mais na navegação vertical ou simplesmente esconder a “montoeira” de extensões e atalhos que você pôs na barra de menu.

FlashGot - O download manager do FF3 até que é bom, infinitas vezes melhor do que o download manager do FF2, porém ainda carece de confiança da minha parte. Por isso, vou continuar usando o flashgot. Com o flashgot instalado voce poderá escolher que download-manager voce gostaria de usar para fazer seus downloads, eu por exemplo gosto muito do gwget. O único problema com essa situação é que não consigo realizar downloads que são feitos por POST_DATA, daqueles que vem por streamming e é usado em sítios como o RapidShare, mas não se preocupe, o flashgot sempre pergunta se quer usar o download dele ou do próprio FF.

Instalando o dicionário Português-Brasileiro :

pt_BR-dicionario-dellalibera.xpi - Este é o mesmo dicionário para o BrOffice portado em forma de extensão para o Firefox, veja que se você visitar a página do dicionário português-brasil no sítio de extensões do Firefox encontrará dois idiomas  português-brasil :

Dicionário português-brasil para o FF3

Mas reparem no tamanho, pois bem, o maior é o mesmo dicionário usado no BrOffice e que não é o padrão instalado, é considerado não-oficional, embora esteja listado alí. Um outro local alternativo para baixar este download ou procurar por novas atualizações é o sítio direto do autor :

http://dellalibera.sourceforge.net/

Recomendo que todos instalem o dicionário português-brasileiro.

Conclusão :

Não tive problemas com o FF3, alguns relataram problemas ao usar o GMail com a visualização “padrão com bate-papo”, como eu não utilizo o gtalk pelo gmail então não posso confirmar. Outros relataram problemas de renderização, também não posso afirmar esse problema, pois como podem ver nos screenshots o FF3 foi perfeito na exibição. O meu principal problema com o FF3 tem sido as extensões, a compatibilidade delas não tem sido boas, mas isso é temporário e provavelmente será resolvido até o lançamento.

17 de Março de 2008

Uma palavrinha sobre o LinuxMint

Arquivado em: GNU/Linux, ubuntu — hamacker @ 15:16

Pois é, este final de semana experimentei um novo sabor de Ubuntu, não, não estou falando do Ubuntu Cola, estou falando a respeito duma distribuição chamada Linux Mint (daquí em diante chamaremos de LinuxMint) que é concebida com repositórios próprios e anexando os repositórios do Ubuntu.LinuxMint pelo que pude notar até aqui, é um Ubuntu personalizado com as seguintes características marcantes :

  • Acompanha um belo tema e papeis de parede muito bonitos, útil para aqueles que acham o tom alaranjado-marrom do Ubuntu insatisfatório. Seus temas são suaves e altamente narcisista, pois encontra-se a logomarca do LinuxMint em todo o canto.
  • Repositórios extras do Ubuntu (universe, multiverse e partner) vem habilitados por padrão, além disso inclui-se os repositórios exclusivos para LinuxMint, com direito a se habilitar o repositório “unstable” que igual ao Debian, habilita a instalação de pacotes LinuxMint recentes e não testados.
  • Muitos “codecs” já estão instalados, incluindo “codecs” para visualização de vídeos flash sob internet e também o java-sun.
  • No lugar do menu clássico do Gnome, há um menu com agregação de aplicações favoritas/sistema/preferencias e locais para navegação de arquivos. Esse novo menu pode agradar uns e desagradar outros, quem já está acostumado com o menu contextual vai achar o novo menu mais poluído. Já tinha usado este estilo de menu no Ubuntu original e gostei, se você acostumar-se vai ganhar um pouco de produtividade :

Painel de Menu do LinuxMint

Todos os recursos do Ubuntu original como Drivers Restritos, Compiz, Configuração de telas, Instalação de Idiomas, enfim, tudo que há no Ubuntu é mantido no LinuxMint. Há algumas surpresas como o MintAssistent, MintInstall, MintUpdate, MintDesktop que são aplicativos que não acompanham o Ubuntu, mas servem para assistir a habilitação da conta root, instalação dum aplicativo que joga “echo’s” bem humorados no terminal, instalação/atualização de programas e uma especie de Ubuntu Tweak que ajusta algumas configurações do Gnome/Nautilus sem a necessidade de recorrer ao gconf-editor :

Aplicativo MintDesktop

O Linux-Mint 4.0 é muito recomendado para quem já gosta do Ubuntu usando GNOME. Alguns diferenciais que pude notar é que já vem personalizado com os melhores aplicativos para um usuário de desktop sem preocupar-se em manter os mesmos aplicativos usados no GNOME/Ubuntu. Embora essa edição do LinuxMint seja 99% usando aplicações GTK/GNOME/UBUNTU, é possível notar algumas diferenças :

  • Uma surpresa, o Amarok, um aplicativo KDE ao invés do Rythmbox como “jukebox” de musica padrão :

Amarok num ambiente GNOME

  • Toca DVD, musicas e filmes com um duplo clique, usará o totem (com backend xine) na maioria das vezes, porém o MPlayer também vem instalado. Não tive problemas em tocar os formatos .mp3, .mp4, .wmv e.avi (dvix/xvid).
  • Compactadores e descompactadores previamente instalados e integrados ao Nautilus. Sei como é aborrecedor receber um arquivo .rar e não ter a internet disponível naquele instante para instalar o aplicativo apropriado, pois é, com o LinuxMint os principais formatos de compactação estão previamente instalados e integrados ao nautilus.
  • Ao invés do leitor de emails Evolution (padrão do GNOME), o LinuxMint usa o Thunderbird personalizado com algumas extensões que o torna parecido com o MS-Outlook :

Leitor de emails Thunderbird

  • Pasta /opt não existe. Se voce tem pacotes que fazem uso dessa pasta, eu sugiro a criação dum link simbólico como : “sudo ln -s /usr/share/  /opt”. Isso resolveu meus problemas com pacotes que eu mesmo faço e que por longa data já usava /opt bem antes de eu ingressar no mundo do Ubuntu.
  • Com exceção do Amarok e Envy (falarei deles posteriormente), a seleção de aplicativos que acompanha o LinuxMint é a própria seleção que já uso no Ubuntu pós-instalação.

Pontos negativos observados no LinuxMint :

  • A instalação inicia-se como LiveCD somente em inglês, porém ao clicar num ícone chamado “Install” (”Instalar” em port/inglês) pode-se optar por escolher outro idioma só para efetuar a instalação.
  • Após a instalação fica tudo em inglês (no meu caso uma mistura de inglês-português), mas isso é facilmente resolvido pós-instalação no item “Suporte a Idiomas”, onde observa-se que o pacote “Português” não está marcado para instalação completa embora já estivesse marcado como idioma preferencial.
  • Mistura-se no GNOME a instalação da biblioteca principal do KDE (kdelibs), somente para instalar o Amarok que foi a única aplicação KDE que encontrei, isso pode desagradar quem não gosta de misturar aplicações KDE com GNOME. Veja bem, o Amarok é bom, mas não valeria a pena instalar o kdelibs só por causa dele.
  • Acompanha o Envy, um frontend que simplifica a instalação de drivers binários para placas de vídeo ATI/NVIDIA. Mas pode existir um problema em misturar “Drivers Restritos” do repositório oficial e drivers binários instalados pelo Envy. Se uma pessoa desavisada tentar usar os dois métodos sobrepondo um ao outro poderá ter um problema quase insolúvel para fazer o driver de vídeo funcionar algum dia.

KDE

Experimentei uma edição do LinuxMint que usa o ambiente gráfico KDE, chama-se LinuxMint-4.0-KDE-CE (CE=Comunity Edition) e só pode ser obtida em DVD e para ser sincero, fiquei frustado. Não, não estou sendo um chato só porque uso GNOME preferencialmente, ao contrário do que possa achar, eu também gosto do KDE, mas veja pontos negativos observados :

  • Ao iniciar a instalação, um bug chato para ligar o quadradinho checkbox para habilitar a formatação da partição / (root), foram vários cliques para ele estar com aquele “X” de marcado. A partição de swap eu simplesmente não conseguia marcar para formatação, prosseguí assim mesmo, no entanto, para minha surpresa o instalador formataria-a mesmo assim. Dããããããã….
  • Após o login no kdm, ao invés duma tela de boas-vindas ou a primeira dica, uma tela de SIGSEGV, isto é, uma aplicação que ao se iniciar, simplesmente “crashou”.
  • Alguns itens comuns no Kubuntu parece que não estavam lá, por exemplo: não encontrei como adicionar novos idiomas, o programa exposto no menu como “Habilitar 3D” não funcionou, mas também não deu nenhuma mensagem de que estava sendo executado.
  • Por ser em DVD, aguardava que fossem instalados mais programas, mas o que veio mesmo foi só o KDE.

Tenho conhecimento suficiente para corrigir tais problemas, mas fiquei muito mal-acostumado com o “tudo pronto” do Ubuntu/GNOME, talvez daí venha o motivo de minha frustração. Eu aguardava um KDE como no SuSE ou Mandriva, uma edição em DVD recheada de aplicações evitando o download para mais aplicativos, mas encontrei um KDE que parecia ainda estar ainda em desenvolvimento, não, não se tratava do KDE4. Também já que no LinuxMint/GNOME foi usado um aplicativo e bibliotecas do KDE, esperava que na edição KDE também fossem usados aplicativos Ubuntu/GNOME como Synaptic, habilitar drivers restritos, suporte a idiomas, etc…que nem é tão GNOME assim.

Ubuntu Paradise

Alguns tópicos do Ubuntu Paradise ainda tenho que aplicar, mas acredite é muito menos trabalho a partir do LinuxMint/GNOME.

Conclusão

Se os motivos-contra apontados por mim não é um problema para você então recomendo experimentar o LinuxMint/GNOME. Não achei nada que você pudesse perder instalando o LinuxMint, você simplesmente mantém o que já tinha no Ubuntu/GNOME com uma personalização mais completa. Tudo que você já aprendeu no GNOME ou Ubuntu é mantido, até os repositórios para o Ubuntu são os mesmos.

Gostaria muito que a próxima versão do Ubuntu dessem atenção aos quesitos observados no LinuxMint que é um verdadeiro MediaCenter tocando e exibindo todos os tipos de arquivos, além disso incluindo coisas que uma hora ou outra será instalado como sun-java, [des]compactadores e um tema ou aparência com menos rejeição. No caso do LinuxMint será que o filho superou o pai ?

Sítio para mais informações, download, screenshots sobre o LinuxMint :

http://www.linuxmint.com/

3 de Março de 2008

Depois da camera, depois do MP3, depois do GPS, eis que vem alta-definição ao celulares.

Arquivado em: Geral — hamacker @ 13:14

Pois é, a partir de agora a NVIDIA tá lançando ao mercado o processador NVIDIA APX 2500, dedicado para ser usado em Smartfones.

Ele habilita recursos 3D e video de alta-definição, proporciona cerca de 10 horas de vídeos em 720p em puro HD. Com uma saída HDMI dá até para aposentar o DVD Player em muitas situações, por exemplo, passar aqueles dvix/avi em 720p que a maioria dos DVDs resistem em tocar. Uma outra coisa bacana é permitir gravações de vídeos também em HD.

Segundo a propaganda deles a principio será utilizado em Smartfones com Windows Mobile, mas a NVIDIA só fabrica processadores, acho que vai ser apenas questão de tempo para ser abrangido outros sistemas operacionais.

Uma demonstração da capacidade do bixinho :

outro vídeo (piorzinho na minha opnião) :

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